| Processo: | 18/04020-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Ciência Política - Comportamento Político |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | André Vitor Singer |
| Beneficiário: | Fernanda Fagundes Perrin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Classe social Grupos de interesse Política econômica Produto interno bruto Incentivos financeiros |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Classes Sociais | Comportamento político | grupos de interesse | Classes sociais e grupos de interesse |
Resumo O comportamento político do empresariado brasileiro é objeto de estudos da Ciência Política desde os anos 1950. Ao longo desse período, os estudos oscilaram entre uma visão do grupo ora como ativo e coeso, ora como passivo e desorganizado. Os anos de Dilma Rousseff na Presidência da República (2011-2016) abrem uma nova janela de oportunidade para esse estudo, uma vez que a ex-presidente promoveu uma política econômica que visava promover o crescimento do PIB via impulsão do setor produtivo industrial, valendo-se para isso da criação de incentivos governamentais ao investimento privado. Essa prioridade - simbolizada pelo Plano Brasil Maior - contou em um primeiro momento com o apoio de entidades representativas de empresários, o qual foi sendo retirado até culminar em uma participação ativa de parte significativa delas na campanha pelo impeachment. O que motivou essa mudança de comportamento? Por que o setor industrial se voltou contra um governo que implementou itens de seu interesse? O objetivo desse projeto é investigar as motivações que nortearam o comportamento do empresariado industrial durante os mandatos de Rousseff, tomando como objeto o caso da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a qual teve um papel de destaque inicialmente de apoio ao governo e, posteriormente, de oposição à então presidente. (AU) | |
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