| Processo: | 18/20339-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 09 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Maria Carolina de Oliveira Rodrigues |
| Beneficiário: | Marianna Yumi Kawashima Vasconcelos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Reumatologia Hematologia Transplante de células-tronco hematopoéticas Escleroderma sistêmico Coagulação sanguínea Agregação plaquetária Angioscopia microscópica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Esclerose sistêmica | Transplante de Células-Tronco Hematopoéticas | Vasculopatia | Reumatologia e Hematologia |
Resumo A Esclerose Sistêmica (ES) é uma doença reumática que provoca fibrose progressiva da pele, podendo afetar órgãos internos. Apresenta alta morbi-mortalidade, e nos casos graves, onde o envolvimento cutâneo é difuso, ou nos quais existe acometimento de pulmões, coração ou rins, a mortalidade pode atingir 30 a 50% em cinco anos, mesmo com tratamento imunossupressor convencional. O transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas (TCTH) é uma alternativa terapêutica ainda experimental que tem se mostrado eficaz em controlar a progressão e, mesmo, reverter algumas das manifestações da doença. Recentemente, estudos clínicos têm demostrado que o TCTH é superior aos tratamentos convencionais, proporcionando maior sobrevida, maior controle da progressão da doença e melhora da qualidade de vida dos pacientes. Entretanto, apesar do benefício clínico constatado, ainda restam dúvidas sobre os mecanismos de ação e sobre o potencial terapêutico do TCTH. A Esclerose Sistêmica apresenta importante componente vascular em sua patogênese, caracterizado pelo fenômeno de Raynaud, Úlceras Digitais, Hipertensão Arterial Pulmonar e Nefropatia Vascular. Tais manifestações correlacionam-se com a severidade da doença, com pior qualidade de vida e menor sobrevida. O presente projeto visa, portanto, avaliar prospectivamente o impacto do TCTH sobre os aspectos vasculares da Esclerose Sistêmica. Serão avaliados, antes e em dois períodos após o transplante (6 e 12 meses), níveis de moléculas de adesão, coagulação e agregação plaquetária, inflamação e stress oxidativo, além de biópsias de pele, capilaroscopia, quantificação de Úlceras Digitais e células endoteliais progenitoras e circulantes, qualidade de vida e capacidade funcional. Os resultados serão correlacionados com os dados clínicos dos pacientes e serão comparados àqueles de um grupo controle saudável. (AU) | |
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