| Processo: | 19/21185-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Maria Fernanda Laranjeira da Silva |
| Beneficiário: | Romário Lopes Boy |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/23933-3 - Identificação e caracterização de proteínas de membrana envolvidas no transporte e metabolismo de ferro em Leishmania., AP.JP |
| Assunto(s): | Biologia molecular Leishmaniose Macrófagos Superóxido dismutase Transcriptoma Peroxissomos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Leishmaniose | Macrófago | nocaute | peroxissomo | superóxido dismutase | Transcriptoma | Biologia Molecular |
Resumo Os protozoários do gênero Leishmania são responsáveis pelas doenças genericamente conhecidas como leishmanioses que afetam seres humanos em todo o mundo. Esses organismos são parasitas que alternam entre o hospedeiro invertebrado e vertebrado onde são capazes de sobreviver e replicar nos macrófagos, apesar do arsenal de defesa dessas células, e a partir dessas células a infecção é propagada. Uma das condições críticas encontrada pela Leishmania no macrófago é a carência de nutrientes, dentre eles o ferro, fundamental como cofator de diversas enzimas essenciais para o parasita. A identificação e estudo de genes essenciais para a tomada de ferro por esses parasitas revelaram que a disponibilidade de ferro tem um papel central na infectividade desses, estes estudos também demonstraram que privação de ferro induz a expressão de uma série de genes cuja função ainda é desconhecida gerando uma excelente oportunidade para a identificação de componentes adicionais da maquinaria molecular envolvida no metabolismo de ferro nesses parasitas.Os tripanossomatídeos possuem organelas únicas chamadas glicossomos, que representam uma das principais diferenças entre parasita e hospedeiro. Essas organelas compartimentalizam as sete primeiras enzimas envolvidas na via glicolítica, enzimas envolvidas na ²-oxidação de ácidos graxos, e também participam em processos celulares antioxidantes. As superóxido dismutases dependentes de ferro (FeSOD) são enzimas particularmente importantes, pois tem papel na proteção do parasita contra radicais livres resultantes da ativação da NADPH oxidase, e os glicossomos de Leishmania compartimentalizam as isoformas B da superóxido dismutase (SODB1/2) que utilizam exclusivamente o ferro como cofator. Diversas tentativas frustradas de gerar nocautes de FeSODB mostraram que essa isoforma é essencial para a sobrevivência de Leishmania indicando que o transporte de ferro para o glicossomo, não explorado até o momento, também é um alvo interessante para identificação e estudo. Portanto, o objetivo desse projeto é identificar e caracterizar os genes envolvidos no transporte de ferro para o glicossomo de Leishmania a partir da análise dos dados do transcriptoma de parasitas depletados de ferro. | |
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