| Processo: | 21/09867-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Claudiana Lameu |
| Beneficiário: | Gabriela Esteves Sbardellotto |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/19128-2 - Mecanismos de metástase de tumores infantis para a medula óssea, AP.JP |
| Assunto(s): | Caquexia Neuroblastoma Músculos Tecido adiposo In vivo Técnicas in vitro Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | caquexia | modelos | Neuroblastoma | Farmacobioquímica |
Resumo A síndrome da caquexia é uma síndrome metabólica multifatorial que se desenvolve frequentemente em quadros clínicos crônicos como no câncer. O quadro caquético atinge grande parte dos pacientes oncológicos e é responsável por piorar o prognóstico desses pacientes, que já se encontram debilitados. A caquexia está associada à perda de tecido adiposo e, principalmente, de tecido muscular, resultando em perda de peso corporal acentuada. Como a síndrome caquética não consegue ser revertida apenas com suplementação alimentar e nenhum tratamento eficaz está disponível, o estudo dessa síndrome se torna fundamental para a compreensão da fisiopatologia da caquexia oncológica e para o estudo de novos tratamentos anti-caquéticos. Os modelos in vivo são muito utilizados em estudos pré clínicos para o estudo de doenças como o câncer por serem capazes de simular a patologia humana. Assim, modelos animais que mimetizem a fisiopatologia humana são necessários para gerar resultados experimentais de maior credibilidade e confiança. Estudos mostraram que dentre os modelos in vivo de caquexia do câncer existentes, os melhores resultados foram obtidos com animais xenotransplantados. Porém, além do modelo a ser utilizado, é fundamental a escolha de tipos de cultura celular adequados para o estudo. Células em cultura 2D são muito utilizadas para estudos in vivo de caquexia. Todavia, estudos apontam melhores resultados in vitro com o uso de células em cultura 3D devido à presença de células tronco tumorais e de uma maior heterogeneidade celular, o que reproduz melhor as condições do sistema fisiológico humano. Por esses motivos, este projeto visa comparar modelos in vivo de caquexia oncológica com células de cultura 3D e 2D. | |
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