| Processo: | 21/15144-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias |
| Pesquisador responsável: | Giovana Tommaso |
| Beneficiário: | Fabricio Soares Moreira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biogás Delineamento experimental Fungos Tratamento anaeróbio Enzimas ligninolíticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biogás | Delineamento Experimental | enzimas ligninolíticas | fungos | Processo Anaeróbio | Tratamento de água residuária |
Resumo A indústria do café representa grande importância comercial para muitos países emergentes, em especial, o Brasil, que é considerado o maior produtor de café do mundo. Entretanto, esse processo produtivo é responsável pela geração de uma grande quantidade de água residuária, com destaque para a etapa de despolpação e fermentação. A água residuária do beneficiamento de café (ARBC) é de difícil degradação por possuir grande quantidade de matéria orgânica e componentes tóxicos e, por isso, há necessidade de aplicação de tratamento prévio desse efluente antes do descarte. Métodos vêm sendo estudados a fim de alcançar soluções economicamente viáveis para o gerenciamento dessa água residuária, com destaque para a digestão anaeróbia, que vem sendo estudada no tratamento da ARBC, com a vantagem de converter compostos orgânicos em biogás. No entanto, a ARBC é tóxica ao consórcio anaeróbio sendo necessária a otimização do processo. Considerando que os fungos basidiomicetos são reconhecidos pela capacidade de detoxificar ambientes contaminados, além de terem maior capacidade que os procariotos de resistir a condições adversas, esse projeto propõe a aplicação de um pré-tratamento biológico inovador, que emprega fungos basidiomicetos produtores de enzimas ligninolíticas para a redução da toxicidade do efluente. Dentre as etapas do projeto estão previstas: 1. avaliação de crescimento do fungo Pleurotus ostreatus na presença da ARBC em estado sólido; 2. estimar a degradação dos componentes da ARBC por esse fungo (pré-tratamento) a partir de delineamentos experimentais 4. determinação da biodegradabilidade anaeróbia do efluente pré-tratado e do efluente in natura, com comparação dos processos através da estimativa de parâmetros cinéticos da produção de metano. Acredita-se que o tratamento do ARBC pelo basidiomiceto P. ostreatus promoverá a diminuição da toxicidade do ARBC possibilitando, a melhoria do desempenho da produção energética pela via da digestão anaeróbia. | |
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