| Texto completo | |
| Autor(es): |
André David Gomes
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Flávia Pessoni Faleiros Macedo Ricci
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Ana Carolina Zampar
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Paulo Roberto Pereira Santiago
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Marisa de Cássia Registro Fonseca
Número total de Autores: 5
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Brasil
[2] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Brasil
[3] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Brasil
[4] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Brasil
Número total de Afiliações: 5
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Fisioter. Pesqui.; v. 25, n. 1, p. 56-64, 2018-03-00. |
| Resumo | |
RESUMO As órteses são recursos terapêuticos indicados para proteger, corrigir deformidades ou auxiliar em certas funções; porém, seu uso pode acarretar compensações proximais no ombro. O objetivo deste estudo é avaliar a influência da órtese estática dorsal do punho, em 30° de extensão na biomecânica do ombro e cotovelo, em 25 voluntários assintomáticos durante uma tarefa funcional. Os dados da amplitude de movimento e ativação muscular foram adquiridos de forma sincronizada e simultânea durante parte do teste funcional Elui, que simula alimentação, dividida em alcance, deslocamento e liberação, de uma jarra, nas condições sem e com órtese. Para possibilitar a comparação entre os diferentes sujeitos e músculos, os dados foram analisados pela integral do sinal EMG de cada músculo e, para análise cinemática, foram construídos sistemas de coordenadas de marcadores pré-definidos. Os sinais captados foram filtrados e processados por um software personalizado, e utilizou-se o teste t para amostras pareadas - software SPSS, p<0,05. Notou-se um aumento significativo da ativação dos músculos deltoide anterior e peitoral maior na fase de alcance, e trapézio superior, deltoide anterior e posterior na fase de liberação com a órtese. A cinemática mostrou aumento significativo na amplitude de movimento na abdução do ombro, flexão do cotovelo e pronação do antebraço na fase de deslocamento, e dos movimentos extensão do ombro e flexão do cotovelo na fase de liberação. Nossos achados sugerem que o uso da órtese estática do punho durante a execução de uma tarefa pode acarretar compensações, com predomínio da ativação dos músculos mais proximais do membro superior. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 15/09728-2 - Análise biomecânica do ombro durante a execução de uma tarefa funcional com a utilização de órteses estáticas de punho em diferentes angulações |
| Beneficiário: | André David Gomes |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |