| Processo: | 14/06011-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Pesquisador responsável: | Camila Alves de Rezende |
| Beneficiário: | Rodrigo Aparecido Pena da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biocombustíveis Biomassa lignocelulósica Milho Biopolímeros Conversão de biomassa Termoquímica Microscopia eletrônica de varredura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biocombustível | Biomassa | conversão de biomassa | microscopia eletrônica de varredura | milho | Conversão de Biomassa |
Resumo Uma maneira de aumentar a produção de combustíveis no país sem precisar expandir suas fronteiras agrícolas é a utilização da biomassa lignocelulósica para a produção de etanol de segunda geração. Essa rica fonte de energia ainda não é viável economicamente, mas poderia vir a ser, se processos de obtenção de etanol a partir de carboidratos (celuloses e hemiceluloses) fossem desenvolvidos e aprimorados.O sucesso do processo de produção de etanol a partir desses carboidratos depende do fracionamento dos biopolímeros que compõem a parede celular e da obtenção de açúcares fermentáveis. Aproveitar a biomassa proveniente do cultivo do milho para a produção de bioetanol resultaria em um ganho significativo na sustentabilidade desse processo, uma vez que os resíduos são gerados em grande quantidade em todo o mundo e o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho.O objetivo desse projeto é estudar a degradação das paredes celulares de palha de milho, utilizando processos termoquímicos de pré-tratamento, para promover a hidrólise da biomassa. Serão utilizados tratamentos hidrotérmicos (aquecimento do material lignocelulósico com água), além de tratamentos termoquímicos com ácidos e/ou bases diluídas. O material sólido após o tratamento será submetido a análises de composição química e de morfologia, que permitirão compreender os efeitos dos tratamentos na biomassa. Espera-se que os resultados possam contribuir para a otimização de métodos termoquímicos para a degradação desses resíduos, além de permitir uma comparação entre o efeito da presença de ácidos e bases no meio reacional em relação à água pura. | |
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