| Processo: | 17/00427-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Geológica |
| Pesquisador responsável: | Rubens Cesar Lopes Figueira |
| Beneficiário: | Cintia Yamashita |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/17763-2 - Mudbelts do Sul e Sudeste do Brasil: implicações sobre as influências antrópicas no ambiente marinho, AP.TEM |
| Assunto(s): | Micropaleontologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | condição redox | Foraminíferos vivos | margem continental brasileira | mud-belts | Micropaleontologia |
Resumo A presente proposta tem como objetivo principal a melhor compreensão da distribuição vertical dos foraminíferos vivos através de estimativas da condição redox e da disponibilidade de alimento no sedimento em mud-belts na margem continental sul brasileira. Essa distribuição ainda é uma grande incógnita em termos de respostas dos foraminíferos vivos ao longo da coluna sedimentar, sendo inédito o estudo da relação dos foraminíferos vivos e a condição redox inferida pelos metais em mud-belts. As estimativas das condições redox no sedimento serão realizadas a partir do perfil geoquímico traçado para cada elemento (e.g., V, Cr e Mn) com base na sua depreciação nas amostras, e a disponibilidade de alimento no sedimento será avaliada pela análise de produtividade primária, carbono orgânico total, nitrogênio total e seus isótopos no sedimento. A utilização de vários indicadores ambientais, tanto para estimativas da condição redox quanto para disponibilidade de alimento, deve-se a algumas limitações e ao diferente comportamento geoquímico dessas ferramentas. Dessa forma, os dados gerados deverão fortalecer o entendimento sobre as condições redox, ao longo da coluna sedimentar, auxiliando a compreensão das respostas dos foraminíferos vivos aos processos oceanográficos que os influenciam (p.e., feições de mesoescala, como meandros e vórtices). Cabe salientar que a demanda sobre o conhecimento dos fatores que controlam a distribuição dos foraminíferos bentônicos vivos tem aumentado nas últimas décadas, devido, em parte, à demanda por informação da comunidade paleoceanográfica e paleoclimática pois o conhecimento sobre a ecologia de foraminíferos bentônicos é um dos principais proxies para reconstituição ambiental. | |
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