| Processo: | 21/05934-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Ortodontia |
| Pesquisador responsável: | Daniela Gamba Garib Carreira |
| Beneficiário: | Lucas Duarte Parra |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mini-implantes Má oclusão de Angle classe III Procedimentos de ancoragem ortodôntica Técnica de expansão palatina Escala visual analógica Estudo comparativo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Má Oclusão de Angle Classe III | Procedimentos de Ancoragem Ortodôntica | Técnica de expansão palatina | Ortodontia |
Resumo Objetivo: o objetivo desse estudo será comparar a percepção da dor e desconforto dos pacientes e seus responsáveis após o tratamento com a protração maxilar ancorada em mini-implantes utilizando expansores híbridos e expansores Hyrax convencional. Material e Métodos: Dois grupos de tratamento serão analisados. O grupo HH foi composto por 18 indivíduos (8 mulheres, 10 homens; idade inicial de 10,80 anos) com má oclusão de Classe III tratados com um expansor híbrido com dois mini-implantes na maxila e dois mini-implantes na região anterior da mandíbula. Elásticos de Classe III foram utilizados conectando os primeiros molares superiores e os mini-implantes mandibulares até a correção da mordida cruzada anterior ou um período máximo de 12 meses de tratamento. O grupo CH foi composto por 14 indivíduos (6 mulheres, 8 homens; idade inicial de 11,44 anos) tratado com um protocolo semelhante, exceto pelo uso do expansor hyraxconvencional na maxila. A avaliação da dor e desconforto foi realizada por meio de uma escala visual analógica (VAS). Pacientes e responsáveis foram questionados sobre o graude dor e desconforto causado pela terapia. Foi investigado o nível de dor e desconforto imediatamente após a instalação do aparelho, um dia após, ao final da expansão ativa e um mês após a colocação do aparelho. O teste t pareado será utilizado na comparação intragrupo, enquanto o teste t independente será utilizado na comparação intergrupo. Será adotado um nível de significância de 5%. (AU) | |
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