| Processo: | 22/06570-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2025 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Civil - Construção Civil |
| Pesquisador responsável: | João Claudio Bassan de Moraes |
| Beneficiário: | João Claudio Bassan de Moraes |
| Instituição Sede: | Divisão de Engenharia Civil (IEI). Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Guilherme Chagas Cordeiro ; Thiago Costa Ferreira Gomes |
| Assunto(s): | Materiais de construção Propriedades físico-químicas Microestruturas Propriedades físicas Propriedades mecânicas Cimento (construção civil) Cascas (planta) Café Materiais de construção sustentáveis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | caracterização físico-química | cimentos ativados alcalinamente | material sustentável | microestrutura | Propriedades físicas | Propriedades mecânicas | Materiais de Construção |
Resumo
O Brasil é o maior produtor de café do mundo. Porém, esta produção gera uma grande quantidade de resíduos, como a casca de café. Este resíduo tem potencial de ser utilizado como biomassa para gerar energia através de um processo de queima em caldeiras. Após este processo de combustão, é gerado um outro resíduo: a cinza da casca de café (CCC). Uma destinação apropriada para esse resíduo é empregá-lo em cimentos ativados alcalinamente (CAA). CAAs são obtidos a partir de uma reação entre um precursor sólido e um ativador alcalino (ou fonte alcalina) na presença de água. Este projeto tem como proposta utilizar a CCC como ativador alcalino em CAAs baseados no metacaulim como precursor sólido. Em relação à metodologia, a casca de café será obtida em plantações de café, onde depois passará por calcinação e homogeneização em laboratório a fim de se determinar o melhor preparo para ser utilizada como ativador alcalino. Em seguida, a CCC será caracterizada fisicamente e quimicamente para avaliar seu potencial em CAA (Etapa 1). Após a caracterização, a CCC seguirá para utilização em argamassas (Etapa 2) e pastas (Etapa 3) de CAA a fim de determinar a quantidade de fonte alcalina mais apropriada para produzir um CAA com as melhores propriedades. A utilização de argamassas tem como finalidade determinar as propriedades mecânicas e físicas do CAA para avaliar a quantidade ótima da fonte alcalina; enquanto as pastas serão utilizadas em análises físicas e microestruturais a fim de entender o comportamento do material durante a reação e sua microestrutura, explicando os resultados dos ensaios de argamassas. Espera-se que, com os resultados deste trabalho, seja possível valorizar a CCC como ativador alcalino em CAA, fornecendo um destino adequado a este material com potencial de ser sustentável. (AU)
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