Resumo
A Ufes, via Departamento de Engenharia e Tecnologia (Det/Ceunes) com a participação do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQUI/CCE), aprovou em 2019 a proposta "Programa de Recursos Humanos em Petróleo e Gás Natural" identificado como PRH-ANP 53.1. Dado seu bom desempenho em termos de ocupação de vagas e relevante produção técnico-científica, em 2025 o programa foi considerado habilitado a ser selecionado diretamente no Edital de Chamada Pública nº 01/2025/PRH-ANP (Resolução de Diretoria no 06/2025 de 3/jan/2025).Assim, na nova proposta o escopo é ampliado propondo, além da temática petróleo e gás natural, o desenvolvimento de pesquisas alinhadas com as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Política Energética, que são: aplicação de hidrogênio como vetor energético, energia solar fotovoltaica, energia eólica, nanomateriais e tecnologia de dutos. Em consonância com o novo escopo, um novo título é utilizado "Exploração e Produção de Petróleo, Gás Natural e Energias Renováveis", que melhor traduz o que se pretende desenvolver nos próximos anos.Outra mudança importante é a participação do Programa de Pós-graduação em Energia (PPGEN) sediado na Ufes - campus São Mateus. O PPGEN, com os cursos de Mestrado e Doutorado e com experiencia em estágio pós-doutoral, contribuirá significativamente para alavancar as temáticas relacionadas com fontes de energias menos poluentes. O quadro docente do PPGEN / PRH-ANP é formado por professores que atuam nos dois cursos de graduação que integram a proposta, Engenharia de Petróleo e Engenharia Química respectivamente.O Programa de Pós-graduação em Química, da Ufes campus Goiabeiras em Vitória, já acompanha o PRH-ANP 53.1 desde 2020, agora com 3 docentes continua participando neste novo ciclo.Ao todo, a nova proposta é conformada por 13 (treze) docentes, a maioria atuantes na graduação e na pós-graduação, apenas 02 limitam sua ação à graduação. Os critérios norteadores para a composição do quadro docente são, alinhamento com o escopo do programa e produção técnico-científica relevante. Estes índices são detalhados nos itens "7. Lista de projetos financiados com recursos da cláusula de PD&I da ANP", "8. Lista de serviços técnicos prestados no Setor" e "9. Produção técnica" que compõem o projeto.A Ufes, que é uma instituição de excelência no ES, conta com infraestrutura física e administrativa importante para dar suporte ao projeto.Outro cenário que deve ser destacado é que a região norte do ES, onde a proposta está sediada, tem na indústria de petróleo e gás onshore e offshore sua principal atividade há várias décadas. Diversas empresas, de pequeno a médio porte, operam campos de hidrocarbonetos arrematados da Petrobras durante seu processo de desinvestimento, com significativas oportunidades para os cursos vinculados nesta proposta. Ainda, a região é objeto de extração de rochas ornamentais cujos rejeitos são tema de estudo no PRH-ANP 53.1, e o sal-gema que se apresenta como uma nova fronteira de investimentos nesta região. Em termos de fontes alternativas, existe um potencial eólico e solar apontado como promissor para investimentos.Por outro lado, como o coordenador do projeto será mantido, existe um ganho importante na capacidade de gestão dada a experiência acumulada desde 2019 quando a proposta anterior foi elaborada e aprovada. E ainda, ao longo destes 5 anos de vigência ao lidar com relatórios, temas de pesquisa, uso da taxa de bancada, prazos, publicações e outros assuntos. Tudo isso durante a gestão Finep inicialmente e depois com a gestão Fapesp, migração ocorrida em julho de 2024 via plataforma Sage - Sistema de Apoio a Gestão. Com estas mudanças e com a experiencia apontada que facilita o andamento do projeto, os seguintes objetivos e resultados esperados são apresentados na sequência. (AU)
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