| Processo: | 98/16574-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 1999 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2001 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Alzira Amélia Martins Rosa e Silva |
| Beneficiário: | Alzira Amélia Martins Rosa e Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Esteroidogênese Fator natriurético atrial Endotelina-1 Atresia folicular Angiotensina II Folículo ovariano Estradiol |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Angiotensina-Ii | Atresia | Dominancia | Endotelina-1 | Esteroidogenese Folicular | Peptideo Natriuretico Atrial |
Resumo
O folículo ovariano, composto principalmente pelas células da granulosa, da teca e oócito, produz esteróides, polipeptídios e outros fatores diversos cuja concentração e atividade biológica variam na dependência do estágio de crescimento folicular e da fase do ciclo estral e/ou menstrual em que se encontram. A primeira fase (fase folicular) é caracterizada pela proliferação das células da granulosa que produzem estradiol (E2) de maneira crescente, utilizando como precursor o andrógeno produzido pelas células da teca. Além de elevadas concentrações de E2, o folículo dominante (FD) é caracterizado pela produção de inúmeros fatores de crescimento como IGF's (fatores de crescimento semelhantes à insulina), EGF (fator de crescimento epidermal), FGF (fator de crescimento fibroblástico) dentre outros, além de morfologicamente apresentar uma grande irrigação que lhe permitiria dominar os demais, tendo em vista o maior aporte de gonadotrofinas (segundo hipótese corrente). Até 1997 todos os modelos de células da granulosa in vitro utilizam soro, seja fetal ou de animais em diferentes estágios do ciclo estral, para facilitar a adesão e a manutenção das células nas placas de cultura; contudo, essas células se luteinizam espontaneamente, como temos verificado em nosso laboratório (Montrezor et al, 1998 - Dissertação de Mestrado). Portanto, essas são células que não caracterizam a fase proliferativa ou folicular do ciclo estral, bem como não são típicas de grupos de folículos que foram recrutados, selecionados e adquiriram dominância pois secretam P4 e não mantêm alta a expressão de RNA mensageiro da aromatase, responsável pela síntese de E2, característica de FD. Utilizando-nos de meio quimicamente definidos (sem soro) padronizamos uma cultura de células da granulosa oriundas de folículos pequenos, que com o auxílio de concentrações fisiológicas de IGF e androstenediona (A4), como descrito e modificado por Gutiérrez et al. (1997), produz E2 em concentrações crescentes e progesterona (P4) em níveis constantes e expressam a aromatase (Rosa e Silva, em publicação). Esse modelo in vitro representa, portanto, as células da granulosa dos folículos em crescimento ou do dominante e pode ser utilizado para o estudo do papel de polipeptídios e demais substâncias que sabidamente estão presentes no líquido folicular e que expressam RNA mensageiros de seus respectivos receptores. Substâncias vasoativas como o ANP (Peptídeo Natriurético Atrial), ET (Endotelina) e A-II (Angiotensina-II) são atualmente consideradas como participantes do circuito intra-ovariano do destino folicular, seja atresia ou dominância. É de interesse, nesse momento, investigar o papel do ANP, A-II e ET-1 no destino final do folículo, seja crescimento folicular/dominância seja atresia. (AU)
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