| Processo: | 07/04097-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Juan Carlos Duque Moreno |
| Beneficiário: | Juan Carlos Duque Moreno |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Franca |
| Assunto(s): | Anestesiologia veterinária Ketamina Analgesia epidural Injeções espinhais Isômero Toxicidade Coelhos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analgesia | Cetamina | Cetamina S(+) | Coelhos | Epidural | Intratecal | neurotoxicidade | Anestesiologia Veterinária |
Resumo
Atualmente a cetamina é utilizada em doses subanestésicas como fármaco coadjuvante durante a anestesia geral ou regional e como parte dos protocolos de tratamento da dor pós-cirúrgica e crônica. Quando administrada pela via epidural, a cetamina é eficaz no alívio da dor sem induzir efeitos cardiorrespiratórios, retenção urinária, prurido, nem alterações motoras ou sensoriais. Os efeitos analgésicos da administração epidural e intratecal de cetamina S(+), isômero levógiro da cetamina, também têm sido relatados no homem, em cães e em eqüinos. O principal fator de interferência para o avanço no uso da cetamina ou de seu isômero S(+), pelas vias epidural e intratecal, é a neurotoxicidade potencial citada em alguns estudos. Porém, os dados sobre os efeitos neurotóxicos da cetamina racêmica são conflitantes, tanto no homem quanto nos animais, e existem poucas informações sobre a toxicidade espinhal e epidural da cetamina S(+). Alguns autores não observaram lesões neurológicas, enquanto outros encontraram toxicidade de leve a moderada, relacionada com a presença de conservantes e com o uso de concentrações elevadas. Por outro lado, parece existir uma diferença bastante considerável entre os efeitos neurotóxicos destes anestésicos quando administrados pelas vias intratecal ou epidural. Por esses motivos, e devido à escassez de trabalhos similares, propõe-se avaliar os efeitos clínicos e neurotóxicos induzidos pela injeção epidural ou intratecal da cetamina racêmica ou da cetamina S(+), com e sem conservante, em coelhos instrumentados cronicamente com cateteres epidurais e intratecais. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |