| Processo: | 11/50076-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - História - História do Brasil |
| Pesquisador responsável: | Luciano Migliaccio |
| Beneficiário: | Luciano Migliaccio |
| Instituição Sede: | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | História da arte Cultura material Religiões Mobiliário doméstico Acervo Oratórios Brasil Livros Publicações de divulgação científica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brasil | Cultura Material Religiosa | Espaco Domestico | Historia Da Arte | Oratorio | Pratica Religiosa Domestica |
Resumo
O presente trabalho estuda a produção artística de oratórios domésticos manufaturados no Brasil, sobretudo nos séculos XVIII e XIX, e que hoje se encontram recolhidos às dependências de museus brasileiros, públicos e particulares. Também, o trabalho procura compreender a dinâmica de sua trajetória no contexto doméstico, tomando, em particular, a São Paulo setecentista e oitocentista como cenário ilustrativo. Para esta abordagem, prima-se em observar tais artefatos religiosos ante seus dois distintos universos funcionais, respectivamente: de cunho devocional, em que os mesmos se destinam comumente às práticas da oração; e de cunho litúrgico, quando especialmente preparados para a orientação das celebrações oficiais da igreja católica. Assim, baseando-se nas informações oferecidas por um conjunto de testemunhos pertinentes, de fontes textuais e diante do próprio acervo de oratórios elencado para análise, chega-se a uma leitura bastante aproximada do trabalho artístico realizado em tomo desta produção, bem como das formas de organização dos espaços da morada, no contexto das vivências religiosas do catolicismo, corroborando a hipótese de que tais artefatos figuravam como protagonistas de complexas relações, humanas e materiais, que ali se estabeleciam. (AU)
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