| Processo: | 09/51634-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Tania Marcourakis |
| Beneficiário: | Raphael Caio Tamborelli Garcia |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Transtornos relacionados ao uso de cocaína Transtornos relacionados ao uso de substâncias Sistema nervoso central Degeneração neural Estresse oxidativo Metilecgonidina Cocaína crack |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anidroecgonina Metil Ester | Crack | Dependencia | Etresse Oxidativo | Metilecgonidina | Neurodegeneracao |
Resumo O consumo de cocaína na forma de crack vem aumentando nos últimos anos, superando as demais vias de administração. A obtenção quase imediata de efeitos e a maior facilidade de uso, que dispensa a necessidade de material injetável, contribuem para esse fato. No entanto, o usuário de crack sofre os efeitos não só da cocaína, mas também de seu produto de pirólise, a metilecgonidina (AEME). A cocaína foi amplamente estudada e os resultados obtidos mostraram que ela leva à neurodegeneração e causa alterações comportamentais, principalmente em processos cognitivos. Estudo in vitro realizado recentemente pelo nosso grupo demonstrou que a AEME aparenta ser mais neurotóxica que a cocaína, já que concentrações mais baixas levaram à morte neuronal. Nesse mesmo estudo, foi evidenciado um efeito de associação entre a cocaína e a AEME após 48 horas de exposição, indicando que o usuário de crack pode estar exposto a uma maior neurodegeneração que o usuário de cocaína pela demais via de administração. Dando continuidade a este trabalho, o presente estudo pretende investigar a contribuição da AEME, tanto nos processos de dependência quanto nas alterações comportamentais, visando elucidar se esta substância está envolvida, juntamente com a cocaína, no grande potencial devastador quando se utiliza o crack. Também é nosso objetivo avaliar o efeito "in vivo" da AEME no estresse oxidativo do SNC. (AU) | |
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