| Processo: | 14/22125-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História Antiga e Medieval |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Aparecido Rede |
| Beneficiário: | Leandro Penna Ranieri |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/02441-2 - CONCEPÇÕES DE CORPO NA ASSÍRIA DO PRIMEIRO MILÊNIO a.C.: ENTRE MATERIALIDADE E TEXTUALIDADE, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Mesopotâmia Assíria Relevo Papel social |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Assíria | C | Concepções de corpo | Dinastia Sargônida | Mesopotamia | Primeiro milênio a | Relevos palacianos | História da Assíria |
Resumo No período Neo-Assírio (744-627 a.C.), a prática dos baixos relevos em pedra nas paredes dos palácios assírios é largamente utilizada. Contudo, as investigações compostas por tal documentação apresentam reduções compreensivas ao limitar a função social e cultural dos relevos somente à ideologia e propaganda régia e restringir o potencial cultural da materialidade como subserviente ao texto para compreensão do contexto assírio. Assim, há dificuldade no entendimento do papel social dos relevos e da materialidade no contexto tratado, materialidade que se vincula à corporalidade, às maneiras materiais pelas quais havia o contato entre pessoas e objetos. Dessa forma, que lugar ou status o corpo ocupava nesse período? Qual era a concepção de corpo no período Neo-Assírio? O que a materialidade dos relevos pode revelar desta concepção? Complementarmente, e a textualidade: que indícios ela pode dar-nos para analisar o tratamento dado ao corpo? O objetivo da investigação é examinar e compreender as concepções de corpo e a agência das representações imagéticas na Assíria do fim do século VIII e do século VII a.C., a partir da análise historiográfica dos relevos dos palácios de Sargão II (721-705) em Dur-Sharrukin (Khorsabad) e de Senaqueribe (704-681) e Ashurbanipal (669-627) em Nínive (Kuyunjuk) e de documentos escritos (inscrições reais palacianas, correspondências reais, textos literários e mágicos). Tomando também a corporalidade como "laboratório" analítico, através dessas representações, contextualizadas em sua totalidade e integradas a outras manifestações da cultura material e escrita da época, é possível uma compreensão do papel social dos relevos no período Neo-Assírio. (AU) | |
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