| Processo: | 16/22955-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Maria Luiza Cotrim Sartor de Oliveira |
| Beneficiário: | Isabela Poscidonio Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/11628-6 - Estudo de carcinogenicidade do diuron: alterações morfológicas e transcricionais induzidas no urotélio de ratos, AP.R |
| Assunto(s): | Transformação celular neoplásica Bexiga urinária Urotélio Diurona Modelos animais Ratos Wistar |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bexiga | Carcinogênese | diuron | Ratos | Carcinogênese química |
Resumo O Diuron (3-(3,4-Dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea), herbicida derivado da ureia utilizado em diversos tipos de culturas agrícolas, induz câncer de bexiga em ratos Wistar alimentados com altas concentrações (2.500ppm) durante 2 anos. Seu modo de ação (MoA) cancerígeno não genotóxico no urotélio envolve os seguintes eventos chave: ativação metabólica principalmente em N-(3,4-diclorofenil)ureia (DCPU) e 4,5-dicloro-2-hidroxifeniluréia (2-OH-DCPU), citotoxicidade, necrose, esfoliação, proliferação celular regenerativa e eventualmente formação de tumores. A relação de dose-resposta do diuron ocorre tanto na indução de alterações transcricionais como também na incidência de alterações morfológicas. Apesar da indução de carcinogenicidade urotelial pela exposição a altas concentrações (2.500 e 1.250 ppm) de diuron já estar bem estabelecida, estudos sucessivos realizados em nosso laboratório sugerem que a concentração intermediária de 500 ppm na ração também pode ser citotóxica e potencialmente cancerígena ao urotélio de ratos. Evidências de carcinogenicidade para essa concentração causariam impacto direto na avaliação do risco dessa substância, uma vez que a concentração 500ppm é cinco vezes menor do que a atualmente descrita na literatura como cancerígena (2.500ppm) e muito próxima do NOAEL atualmente aceito (125ppm). A proposta deste estudo é a de avaliar o desenvolvimento de lesões induzidas pela exposição crônica ao diuron 500ppm e compará-las com as modificações da expressão de genes relevantes para desenvolvimento de lesões uroteliais induzidas quimicamente. Para tanto, ratos Wistar machos serão distribuídos em grupos controle e diuron 500 ppm e avaliados em dois momentos 20 ou 104 semanas. As bexigas serão processadas para análise histológica, microscopia eletrônica de varredura ou para qRT-PCR para análise de expressão gênica. (AU) | |
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