| Processo: | 16/17952-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | José Maurício Simões Bento |
| Beneficiário: | Rafaela Cristina dos Santos |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/16581-6 - Vinculando Bactérias Benéficas do Solo na Rizosfera com a Indução Gênica em Rúcula, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Entomologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ecologia molecular de microrganismos | Indução de Resistência Sistêmica por microrganismo | Interação planta-microrganismo-inseto | Pgpr | voláteis de microrganismos | voláteis de plantas | Entomologia |
Resumo Este estudo visa compreender os mecanismos envolvidos na interação de Bacillus amyloquefaciens GB03 (PGPR) e rúcula (Eruca sativa), bem como a resposta desta interação planta-microrganismo aos danos ocasionados por um inseto especialista (Plutella xylostella) e outro generalista (Trichoplusia ni) de brassicáceas. Para isso, será realizada a transformação de B. amyloquefaciens GB03 por meio da inserção do plasmídeo pBC16 com o gene gfp (proteína verde fluorescente), que será utilizado para rastrear B. amyloquefaciens GB03 na rizosfera e dentro da planta. Logo após a transformação, as sementes de rúcula serão inoculadas com uma suspensão de B. amyloquefaciens GB03 e mantidas em casa de vegetação por um período de sessenta dias. Lagartas de P. xylostella e T. ni de terceiro instar serão colocadas para a indução das plantas durante 24 h. Em seguida, serão coletados os voláteis destas plantas por oito horas. Posteriormente, será realizada a extração de DNA da rizosfera, endofítico da rúcula e também do intestino de P. xylostella e T. ni, para acessar a estrutura da comunidade bacteriana presente nestes ecossistemas. Além disso, o gene gfp será quantificado via qPCR (rizosfera, endofitico e no intestino dos insetos) e o rastreamento de B. amyloquefaciens GB03 no interior das raízes será feito por meio de microscopia eletrônica de varredura para verificar o nicho de colonização na planta. Adicionalmente, serão realizadas análises do teor de glucosinolatos nas plantas de rúcula e testes de fitormônios, com a finalidade de compreender melhor os mecanismos envolvidos nas interações estudadas. As interações envolvendo microrganismos benéficos habitantes de solo, plantas e insetos de parte aérea são bastante complexas e há uma carência de estratégias que facilitem o monitoramento de PGPR no solo. O entendimento desta interação é ainda pouco compreendido, assim, este trabalho trará novas informações que auxiliarão na elucidação de diversas questões sobre a utilização de PGPR no campo e o uso de B. amyloquefaciens GB03 como agente de biocontrole no manejo de insetos praga. | |
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