| Processo: | 16/22797-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Aline Redondo Martins |
| Beneficiário: | Maycon Anderson de Araujo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anatomia vegetal Chumbo Fitorremediação Astronium Poluição do solo Cerrado |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alterações morfofisiológicas | Chumbo | fitorremediação | Anatomia Vegetal |
Resumo O chumbo encontra-se naturalmente na natureza, mas atividades antrópicas vêm favorecendo sua contaminação nos solos, tornando-o um grande problema. Nos últimos anos vem-se buscando técnicas naturais de remediação desses solos contaminados e entre elas está a fitorremediação, processo no qual utilizam-se plantas. Uma das alternativas da fitorremediação é a utilização de plantas nativas durante o processo, mas o número de estudos nessa área pode ser considerado baixo. Guaritá (Astronium graveolens Jacq.) é uma espécie originária do Cerrado brasileiro e plantas desse bioma são conhecidas por apresentar adaptações e modificações quando submetidas a um algum tipo de estresse ambiental. As amostras dos órgãos vegetativos amostras serão fixadas, desidratadas, incluídas em resina sintética e seccionadas para montagem de lâminas histológicas e posterior análise anatômica para verificação de alterações nos diferentes tratamentos e níveis de contaminação do solo por chumbo. Será calculado o Índice de Tolerância para a espécie e o chumbo será quantificado nos diferentes órgãos da planta. O objetivo do estudo será avaliar se uma planta nativa do Cerrado brasileiro, a Astronium graveolens pode desempenhar funções fitorremediadoras em solos contaminados por chumbo (Pb), avaliando alterações morfofisiológicas e quais os potenciais órgãos alocadores do metal pesado no vegetal. | |
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