| Processo: | 19/01934-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 01 de janeiro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Gustavo Muniz Dias |
| Beneficiário: | Rafael Campos Duarte |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/00946-0 - Adaptando-se a um mundo em mudança: como a variabilidade no risco de predação e na disponibilidade de novos habitats afetam a capacidade de mudança de cor e camuflagem em camarões-camaleão (Hippolyte varians)?, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Ecologia comportamental |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | coloração animal | Ecologia sensorial | modelos visuais | pressão de predação | variação interespecífica | variação intraespecífica | Ecologia Comportamental |
Resumo A capacidade de mudar de cor é um processo bastante comum e importante para moldar a aparência dos animais e promover camuflagem na natureza. Entretanto, a relação entre esse processo e a obtenção de camuflagem na redução dos riscos de predação, além das pressões seletivas e os mecanismos evolutivos envolvidos, são normalmente explorados em grupos taxonômicos restritos. Crustáceos bentônicos são modelos biológicos interessantes para responder essas perguntas, uma vez que apresentam considerável variação de cor dentro e entre espécies, além de habitarem uma variedade de ambientes que possivelmente requerem distintas estratégias de camuflagem. Nessa proposta, eu irei explorar três questões principais sobre o processo de mudança de cor para camuflagem, usando caranguejos e camarões como modelos biológicos: (i) como o potencial de camuflagem e mudança de cor varia entre caranguejos que vivem em habitats de heterogeneidade cromática distinta e que provêm diferentes formas e estratégias de camuflagem? (ii) como potenciais variações na pressão de predação em bancos de macroalgas refletem na coloração e no potencial de camuflagem em duas espécies de crustáceos que vivem associados às macroalgas? (iii) como o processo de mudança de cor pode ser importante no ajuste da camuflagem e no consequente aumento da sobrevivência de camarões que vivem associados a bancos de macroalgas? Eu irei utilizar uma combinação de amostragens em campo e experimentos em campo e laboratório, usando métodos de análise de imagens e modelagem visual, para responder às questões propostas. O presente projeto tem o potencial de iniciar uma visão mais integrada sobre as implicações ecológicas e evolutivas da mudança de cor para camuflagem na natureza. (AU) | |
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