| Processo: | 24/01917-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Daniela Baptista de Souza |
| Beneficiário: | Ana Claudia Braga Dias |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/04387-6 - Impacto do dimorfismo sexual e da neurotransmissão ocitocinérgica sobre a dor crônica em modelos animais e em humanos, AP.JP |
| Assunto(s): | Neurociências Dor Ocitocina Hiperalgesia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dor | ocitocina | Quimiogenética | Neurociências |
Resumo Quadros de dor crônica têm prevalência significativamente maior em mulheres e envolvem aspectos físicos, psicológicos e socioculturais. Entretanto, apenas 20% dos estudos na área pré-clínica na neurociência são realizados em machos e fêmeas. Evidências descritas na literatura apontam que o isolamento social é capaz de interferir nas respostas relacionadas à dor. Do ponto de vista neurobiológico, o neuromodulador ocitocina está associado à regulação da dor e de processos que envolvem comportamentos sociais. Têm sido demonstradas diferenças sexuais na ação da ocitocina sobre áreas cerebrais que modulam as respostas emocionais e dor. Sob o aspecto clínico, a dor crônica pode ser desencadeada por procedimentos cirúrgicos. Estes quadros chegam a alcançar 50% dos indivíduos submetidos a diferentes tipos de cirurgias. Dentro desta perspectiva, são escassas informações acerca de como as características biológicas (sexo e níveis de ocitocina) e os fatores psicosociais afetam os componentes perceptivos e emocionais no manejo deste tipo de dor crônica. Desta forma, os objetivos deste estudo envolvem (i) investigar as projeções ocitocinérgicas para áreas relacionadas ao sistema límbico e modulação da dor (e.g., núcleo paraventricular (PVN)-amídala, ínsula, córtex, substância cinzenta periaquedutal e RVM) e (ii) estimular, através do uso de animais geneticamente modificados (Oxytocin-cre mice), quimiogeneticamente esse grupamento neural para verificar efeitos sobre as respostas nociceptivas e de caráter emocional em camundongos machos e fêmeas submetidos ao modelo de hyperalgesic primming. (AU) | |
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