| Processo: | 23/10765-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia |
| Pesquisador responsável: | Luciane Alarcão Dias-Melicio |
| Beneficiário: | Jéssica Amaral Lopes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunopatologia Armadilhas extracelulares Neutrófilos Paracoccidioides brasiliensis Paracoccidioidomicose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | AIRmax | AIRmin | NETs | neutrófilos | Paracoccidioides brasiliensis | paracoccidioidomicose | Imunopatologia |
Resumo Nos últimos anos, estudos têm focado na atuação dos neutrófilos na paracoccidioidomicose (PCM), uma vez que a literatura tem demonstrado o envolvimento dinâmico dessas células na defesa do hospedeiro contra diversos microrganismos. Diversos trabalhos mostram que os neutrófilos podem lançar mão de uma terceira estratégia para destruir microrganismos, além da formação dos produtos do "burst oxidativo" e da descarga do seu conteúdo granular. Este mecanismo envolve a liberação de redes extracelulares por neutrófilos ativados, conhecidas como neutrophil extracellular traps (NETs), que são estruturas compostas por fibras extracelulares que contém cromatina, histonas e várias outras proteínas granulares como elastase e mieloperoxidase. Assim, além de envolver e/ou matar microrganismos, essas redes aumentam a resposta inflamatória. Trabalhos conduzidos por nosso grupo revelaram que o Paracoccidiodes brasiliensis (P. brasiliensis) induz a formação de NETs por neutrófilos humanos, in vivo, identificado em lesões tegumentares de pacientes portadores da PCM e, in vitro, após o reconhecimento pelo receptor dectina-1, demonstrando atividade fungicida contra o fungo extracelularmente. Sabendo da capacidade dos neutrófilos em responder ao P. brasiliensis com a formação de NETs e da inexistência de trabalhos que avaliem a formação das redes, in vivo, desde o início da infecção, bem como da avaliação da participação dessas estruturas na resistência à PCM, o presente trabalho tem por objetivos: 1) Avaliar o influxo de neutrófilos e a formação de NETs, in vivo, no início da resposta à infecção por P. brasiliensis; 2) Avaliar o efeito da depleção de neutrófilos e da degradação das NETs in vivo, na evolução da infecção; e 3) Avaliar a capacidade da produção de metabólitos do oxigênio e a formação de NETs por neutrófilos após desafio in vitro, com P. brasiliensis. Para isso, serão utilizados modelos experimentais murinos, AIRmax e AIRmin, que apresentam diferenças quanto ao influxo e atividade dos neutrófilos, podendo muito contribuir para o melhor entendimento da resposta de fagócitos frente ao P. brasiliensis. (AU) | |
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