| Processo: | 23/01562-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Tavella Navega |
| Beneficiário: | Vanessa Girotto Guedes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dor crônica Fisioterapia Hemofilia Países em desenvolvimento Saúde pública |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | artropatia hemofílica | dor crônica | fisioterapia | Hemofilia | Países em desenvolvimento | Saúde Pública | Coagulopatias hereditárias - hemofilia |
Resumo As hemartroses, a despeito dos avanços terapêuticos ocorridos na hemofilia,continuam sendo os eventos clínicos mais frequentes. As hemartroses derepetição levam à sinovite crônica e artropatia terminal em tenra idade. A fraqueza muscular, contraturas, capacidade funcional reduzida e dor crônica estão diretamente associadas às alterações degenerativas crônicas precocemente instaladas na hemofilia. A fisioterapia desempenha um papel crucial na prevenção e na reabilitação das Pessoas com Hemofilia (PCH). Tratamentos como a hidroterapia e/ou programas supervisionados de cinesioterapia personalizados, melhoram o equilíbrio estático e dinâmico, força muscular, propriocepção e dor, com consequente melhora na QVRS. No Brasil há uma lacuna do conhecimento com relação às diferentes técnicas e abordagens fisioterapêuticas e as associações com a melhora da dor, força muscular e QVRS. O objetivo desse estudo é caracterizar a saúde articular, elaborar um plano de tratamento fisioterapêutico individual e personalizado e verificar o impacto deste tratamento na percepção e intensidade da dor e QVRS em uma amostra de PCH residentes na região centro-oeste paulista. Trata-se de um estudo de intervenção, longitudinal e de análise prospectiva em pacientes com hemofilia A ou B e que tenham dor crônica. Serão colhidos dados sociodemográficos e clínicos, avaliação funcional, de força muscular, investigação de números de hemartroses na articulação alvo, avaliação da dor e QVRS antes da intervenção e após cada seis meses de tratamento fisioterapêutico, sendo a dor média e QVRS os desfechos primários analisados. Com relação aos desfechos secundários, serão avaliados: Torque muscular, função musculoesquelética e o número de hemartroses antes e após a cada seis meses. Com relação às hipóteses desse estudo, podemos considerar três a saber: 1) O tratamento fisioterapêutico individualizado modifica a percepção da dor crônica e a QVRS; 2) A fisioterapia aumenta o torque das musculaturas relacionadas à articulação alvo; e 3) O número de hemartroses diminui após seis meses de tratamento fisioterapêutico especializado e individualizado. | |
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