| Processo: | 25/16128-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 20 de janeiro de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 30 de maio de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo |
| Pesquisador responsável: | Hugo Massaki Segawa |
| Beneficiário: | Leonardo Nóbrega Queiroz de Paiva |
| Supervisor: | Renata Klautau Malcher de Araujo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Centro De Humanidades, Portugal |
| Vinculado à bolsa: | 24/21878-9 - Nos altos de Olinda, nos rios do Recife: paisagens díspares na gênese pernambucana (1537-1654), BP.MS |
| Assunto(s): | Período Colonial (1500-1822) Paisagem Recife |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brasil colônia | Iconografias | Olinda | paisagem | Recife | História da Arquitetura e Urbanismo |
Resumo Entre as cidades brasileiras, Olinda e o Recife se destacam pela variedade e quantidade de representações pictóricas e cartográficas produzidas no período colonial. Isso se deve à relevância prematura da Capitania de Pernambuco na economia açucareira e ao incentivo à arte e à ciência durante a dominação neerlandesa (1630-1654). A partir da paisagem como formulação teórica, investigamos como os discursos visuais e os imaginários urbanos portugueses e batavos configuraram as representações e a materialidade desses núcleos. Cartografias, gravuras e pinturas são entendidas como fontes à história e seus conteúdos, códigos, convenções e elementos são questionados enquanto narrativas sobre as cidades. Em nosso levantamento, foram encontradas 134 imagens de Olinda e Recife coloniais produzidas nos séculos XVI e XVII em publicações impressas e digitais ou em arquivos brasileiros. Consideramos essencial a visita a acervos de Portugal e Espanha para a consulta direta a documentos originais, uma vez que muitas das reproduções acessadas apresentam baixa resolução de imagem ou omitem anexos textuais que originalmente os acompanhavam. A pesquisa in loco também pode revelar registros pouco explorados pela historiografia, ampliando o escopo da investigação. Além disso, o estágio no exterior permite o contato com pesquisadores estrangeiros e o acesso a bibliografias e dados sobre a cultura, a urbanização e a paisagem de assentamentos de origem portuguesa. Informações fundamentais para o desenvolvimento crítico do argumento ao oferecer subsídios para compreender Olinda e o Recife como paisagens construídas a partir dos imaginários europeus. | |
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