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Validação parcial do Protocolo PECARN no contexto da Emergência Pediátrica de um hospital terciário: Análise observacional retrospectiva de Traumatismo Cranioencefálico Leve

Processo: 25/12978-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de setembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de agosto de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Joelma Gonçalves Martin
Beneficiário:Nityele Lima Silva
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:emergencia pediatrica | Pecarn | Traumatismo crânioencefálico | Traumatismo Crânioencefálico em Crianças

Resumo

Introdução: O traumatismo cranioencefálico (TCE) leve é uma das principais demandas no setor de emergência pediátrica. No atendimento destas crianças é avaliada a necessidade do exame complementar de tomografia computadorizada de crânio (TC), com base nos critérios clínicos e na história do mecanismo do trauma. A TC é um exame importante para o diagnóstico de lesões traumáticas, porém implica em riscos como efeitos carcinogênicos, e impactos econômicos relevantes ao SUS. Além disso, a probabilidade das crianças apresentarem lesões cerebrais importantes secundárias ao trauma é baixa e, em decorrência disso, evoluem bem. Assim, estudos de predição clínica para evitar solicitações de TC dispensáveis foram realizados, sendo o estudo PECARN um dos mais consagrados da literatura médica. Objetivo: avaliar a adequação das indicações de TC com base no protocolo PECARN, em atendimentos de TCE leve em um hospital universitário público de alta complexidade. Método: Trata-se de um estudo observacional, com dados coletados de prontuários eletrônicos de pacientes pediátricos atendidos em hospital quaternário, de janeiro de 2021 a dezembro 2023, em que serão analisados aspectos epidemiológicos e desfechos do atendimento, de acordo com o protocolo PECARN. Os resultados poderão subsidiar protocolos clínicos institucionais, orientar diretrizes nacionais e promover o uso racional de recursos em serviços públicos de emergência pediátrica.

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