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ÓLEOS ESSENCIAIS NO CONTROLE IN VITRO DE Phytophthora nicotianae

Processo: 25/12739-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de outubro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de setembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Evandro Henrique Schinor
Beneficiário:Luiza Pereira da Silva
Instituição Sede: Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil
Assunto(s):Citricultura   Controle alternativo   Gomose   Volatilização   Fruticultura
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Antimicrobiana | Antioomicota | Citricultura | Controle Alternativo | Gomose | volatilização | Fruticultura

Resumo

A citricultura é uma das principais atividades da fruticultura brasileira, porém está sujeita a doenças de origem fúngica e oomicética que comprometem a produção, como a gomose causada por Phytophthora nicotianae. Este patógeno é altamente agressivo, apresenta ampla gama de hospedeiros e elevada capacidade de sobrevivência no solo, dificultando o manejo com métodos convencionais. Diante disso, os óleos essenciais (OEs) surgem como alternativa promissora por apresentarem propriedades antimicrobianas, baixa toxicidade e compatibilidade com práticas sustentáveis. Este trabalho tem como objetivo avaliar a atividade antioomicota dos OEs de canela (Cinnamomum zeylanicum), capim-limão (Cymbopogon citratus), cravo-da-índia (Syzygium aromaticum), laranja azeda (Citrus × aurantium), e louro (Laurus nobilis) sobre P. nicotianae. Testes in vitro serão realizados por dois métodos: contato direto, no qual os OEs serão incorporados ao meio de cultura cenoura-ágar em cinco concentrações (0; 0,25; 0,5; 1,0; 1,25 µL mL1), com exceção da laranja azeda que será nas doses de 0; 2,0; 4,0; 8,0 e 16,0 µL mL-1, mais dois fungicidas químicos fosetil-alumínio (2,5 g L-1) e oxicloreto de cobre (1,5 mL L-1), e volatilização, com aplicação de todos os OEs em fase gasosa (0; 31,25; 62,5; 125 µL L-1de ar) em placas de Petri. Serão utilizados discos miceliais do isolado IAC 01/95 do patógeno, mantidos em BOD a 25¿°C sob fotoperíodo de 12 horas. As variáveis analisadas incluirão o crescimento micelial diário, o índice de velocidade de crescimento e a produção de esporângios e zoósporos. O delineamento será inteiramente casualizado, com cinco repetições por tratamento.

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