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Desfechos obstétricos e neonatais em mulheres com idade materna avançada: estudo retrospectivo em 2025

Processo: 25/15684-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Ênio Luis Damaso
Beneficiário:Aline Donata Tanoue
Instituição Sede: Faculdade de Medicina. Universidade de São Paulo (USP). Campus Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Complicações na gravidez   Obstetrícia   Perinatologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Complicações na gravidez | Idade materna avançada | Obstetrícia | Perinatologia | Obstetrícia

Resumo

Nos últimos anos, o número de gestações de mulheres em idade materna avançada (IMA) tem aumentado, impulsionado por fatores sociais, econômicos e culturais. No Brasil, essa tendência é evidente, com crescimento significativo nos últimos 10 anos na proporção de nascidos vivos entre mulheres com 35 anos ou mais. Estudos evidenciam que a IMA está associada a maiores riscos de complicações obstétricas, além de desfechos neonatais adversos. Diante disso, objetiva-se com o projeto analisar o impacto da idade materna avançada nos desfechos obstétricos e neonatais, em comparação com aqueles observados em mulheres mais jovens. Para tal finalidade, o presente estudo, observacional e retrospectivo, utilizará dados secundários da Maternidade Santa Isabel, de Bauru/SP, referentes ao período de 01/01/2025 a 31/12/2025. Serão coletadas informações referentes à mãe e ao recém-nascido, e a partir de análises estatísticas, os desfechos obstétricos de grupos de mulheres com idade materna avançada (¿35 anos) e aquelas com menos de 35 anos serão comparados e analisados. Espera-se confirmar a associação entre a idade materna avançada e o aumento de complicações gestacionais, além de maior compreensão acerca do contexto brasileiro em relação à problemática. Os resultados poderão subsidiar melhorias na assistência pré-natal, nas estratégias de aconselhamento reprodutivo e nas políticas públicas voltadas às mulheres que optam por postergar a maternidade.

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