| Processo: | 25/20842-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Marcos Devanir Silva da Costa |
| Beneficiário: | Bruna de Ávila Medeiros |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Hidrocefalia Neurocirurgia Pediatria |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | derivação ventricular externa | Hidrocefalia | Neurocirurgia | Pediatria | Tumores infratentoriais | Neurocirurgia |
Resumo A derivação ventricular externa (DVE) é um procedimento amplamente empregado no manejo da hidrocefalia aguda em pacientes pediátricos com neoplasia do sistema nervoso central, permitindo o controle imediato da hipertensão intracraniana em caráter de urgência. Entretanto, a incidência de complicações, como infecção, falha do sistema de drenagem e necessidade de novas intervenções cirúrgicas, ainda é pouco documentada em estudos prospectivos nacionais, especialmente em populações de alto risco. Este projeto propõe um estudo coorte prospectivo para avaliar o desfecho clínico de pacientes pediátricos submetidos à DVE como tratamento cirúrgico inicial para hidrocefalia obstrutiva secundária a tumores de fossa posterior no Instituto de Oncologia Pediátrica (IOP/GRAACC), acompanhando-os por 12 meses após o procedimento. Serão incluídos pacientes menores de 18 anos que necessitem de DVE para o tratamento da hidrocefalia obstrutiva, independentemente da etiologia tumoral. Serão coletadas e analisadas variáveis como taxas de infecção, mortalidade, complicações neurológicas, necessidade e número de reintervenções cirúrgicas, tempo de internação e evolução clínica. Os resultados esperados incluem a caracterização do perfil de complicações e a identificação de fatores de risco associados à DVE em oncologia pediátrica, possibilitando embasar protocolos institucionais e otimizar condutas terapêuticas, com potencial impacto positivo na segurança e no prognóstico dos pacientes. | |
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