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Detecção de antígenos virais do SARS-CoV-2 no trato gastrointestinal de pacientes com retocolite ulcerativa.

Processo: 25/26288-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Cristina Ribeiro de Barros Cardoso
Beneficiário:Murilo Marques dos Santos
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:23/03257-4 - Estudo da relação entre a infecção por SARS-CoV-2 e a desregulação da imunidade intestinal, AP.TEM
Assunto(s):Antígenos   COVID-19   Intestinos   Pacientes   Proctocolite   SARS-CoV-2
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:antígenos | Covid-19 | intestino | pacientes | Retocolite ulcerativa | SARS-CoV-2 | Imunologia clínica, infectologia, gastroenterologia

Resumo

A infecção por SARS-CoV-2 tem sido associada a sintomas clínicos persistentes, incluindo manifestações gastrointestinais, bem como a alterações na composição da microbiota intestinal. Esses fatores podem estar relacionados a gravidade da COVID-19 e contribuir para o aumento da inflamação intestinal, em indivíduos suscetíveis. Neste contexto, os mecanismos envolvidos na interação entre a infecção viral e a resposta intestinal ainda não são totalmente compreendidos, especialmente em pacientes com retocolite ulcerativa (UC). Portanto, o objetivo deste estudo é investigar a persistência de partículas virais de SARS-CoV-2 em biópsias intestinais de pacientes com UC e com histórico médico prévio de COVID-19. A atividade da doença será avaliada por meio da análise de prontuários clínicos, parâmetros bioquímicos e histológicos, além de achados endoscópicos. Fragmentos de tecido colônico obtidos durante procedimentos de colonoscopia sera¿o analisados para a detecção do antígeno viral do SARS-CoV-2, utilizando técnicas como RT- qPCR, imuno-histoquímica (IHQ) e imunofluorescência. Espera-se identificar a presença de RNA viral e/ou proteínas virais na mucosa intestinal de pacientes com UC ativa, comparando-se com UC inativa e correlacionando esses achados com a gravidade clínica, inflamação histológica, atividade endoscópica e possíveis alterações no perfil de células imunes presentes no tecido intestinal. Finalmente, este projeto será de grande importância para complementar outros dados obtidos no Auxílio Projeto Temático ao qual se vincula, a fim de promover a compreensão acerca da persistência viral em indivíduos suscetíveis a uma maior desregulação da resposta inflamatória local.

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