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RAJA AMPAT COMO REFÚGIO CLIMÁTICO? Perspectivas Oceanográficas sobre a Resiliência dos Recifes de Coral

Processo: 25/11874-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica
Pesquisador responsável:Miguel Mies
Beneficiário:Milena Santos de Lara
Instituição Sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:23/09180-3 - O histórico global de impactos das mudanças climáticas em recifes de corais: o papel de refúgios e atributos oceanográficos e funcionais, AP.JP
Assunto(s):Mudança climática
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Branqueamento de corais | Mudanças Climáticas | Oceanografia | Raja Ampat | Recifes de Coral | Refúgio Climático | Recifes de Coral

Resumo

Os recifes de coral são ambientes altamente diversos, amplamente reconhecidos como alguns dos ecossistemas globais mais vitais e ameaçados. Em todo o mundo, os recifes têm enfrentado um declínio significativo, impulsionado pelos impactos de múltiplos estressores antrópicos, sendo a mudança climática o mais proeminente entre eles, levando a pelo menos três Eventos Globais de Branqueamento em Massa (GMBEs, na sigla em inglês) nas últimas décadas. Em contraste, certas regiões não experimentaram eventos de branqueamento com a mesma intensidade, como Raja Ampat, na Indonésia, reconhecida como um refúgio climático e epicentro da biodiversidade marinha. No entanto, caracterizar com precisão Raja Ampat como um "refúgio climático" continua sendo um desafio devido à escassez de dados que integrem aspectos biológicos, oceanográficos e de gestão. Assim, o objetivo deste projeto é coletar, analisar e modelar sistematicamente um conjunto abrangente de dados oceanográficos e atmosféricos para avaliar como esses fatores podem contribuir para a resiliência dos recifes de coral de Raja Ampat sob estresse térmico. Especificamente, buscamos obter dados de temperatura da superfície do mar (SST), cobertura de nuvens, direção e velocidade do vento, velocidade das correntes, amplitudes das marés, níveis de turbidez e Degree Heating Weeks (DHW) utilizando tecnologias de sensoriamento remoto por satélite. Ao integrar dados observacionais e simulações numéricas, este estudo visa identificar as propriedades oceanográficas que podem estar associadas ao aumento da resistência dos recifes de coral a eventos de branqueamento.

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