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Utilizacao de proteinas dissulfeto isomerase como ferramentas para renaturacao in vitro e in vivo de proteinas expressas em escherichia coli

Processo: 03/01191-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Data de Início da vigência: 01 de julho de 2003
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2004
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Ana Maria Moura da Silva
Beneficiário:Inácio de Loiola Meirelles Junqueira de Azevedo
Instituição Sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Auxílio(s) vinculado(s):03/11174-8 - Utilização de proteínas dissulfeto isomerase como ferramentas para renaturação in vitro e in vivo de proteínas expressas em Escherichia coli, AP.PRIM
Assunto(s):Proteínas recombinantes   Biotecnologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Biotecnologia | Pontes Dissulfeto | Proteina Dissulfeto Isomerase | Proteinas Recombinantes | Toxinas De Serpentes

Resumo

As proteínas disulfeto isomerase (PDIs) são responsáveis pela montagem e isomerização de pontes disulfeto nas células eucariontes ou no periplasma de bactérias. Durante a geração e caracterização de ESTs da glândula de veneno de B. insularis, identificamos, pela primeira vez, cDNAs codificantes para PDIs semelhantes às de outros vertebrados, sendo altamente expressos nesse tecido. Numerosos estudos mostraram a viabilidade de sua utilização como ferramenta biotecnológica para promover o refolding de proteínas recombinantes expressas no periplasma de E. coli. Neste projeto, visamos a caracterização completa dos cDNAs de PDIs encontrados e, em seguida, desenvolver sistemas que permitam o refolding e montagem de pontes dissulfeto de proteínas modelo, especialmente de toxinas, através das propriedades catalíticas da PDI da própria serpente. Estes sistemas serão basicamente de dois tipos: um baseado no uso in vitro da PDI expressa e como refoldase de proteínas recombinantes; o outro, na coexpressão da PDI com proteínas modelo no citoplasma de E. coli, onde elas deverão promover seu refolding in vivo, para posterior purificação. Tais sistemas (in vitro ou in vivo) poderão resultar em ferramentas que aumentem a eficiência na produção heteróloga de proteínas e toxinas em bactérias, cuja atividade dependa de uma correta formação das pontes dissulfeto. (AU)

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