| Processo: | 08/56003-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Teatro |
| Pesquisador responsável: | Maria Lucia de Souza Barros Pupo |
| Beneficiário: | Marina Marcondes Machado |
| Instituição Sede: | Escola de Comunicações e Artes (ECA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dramaturgia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cotidianeidade | Criacao "Work-In-Process" | Cultura Da Infancia | Dramaturgia | Fala Falante | Metodo Fenomenologico |
Resumo Este projeto de pós-doutoramento propõe uma pesquisa de criação dramatúrgica debruçada especialmente na capacidade humana para brincar de faz-de-conta. A matéria-prima do trabalho dramatúrgico serão cenas observadas pela pesquisadora em situações cotidianas da cidade de São Paulo. O brincar e outras maneiras de ser e estar da criança serão buscados em observações realizadas em espaços públicos que apresentem tempos de transitoriedade - isto é, serão observações em locais de espera, tais como: pontos de ônibus, rodoviárias, lanchonetes, filas, aeroportos. As observações serão registradas em Diários de Bordo e analisadas do ponto de vista da Psicologia Fenomenológica, com base nas prerrogativas postas por Maurice Merleau-Ponty em seus Cursos na Sorbonne sobre psicologia da criança e pedagogia. Isso implica em um minucioso trabalho descritivo acerca da corporalidade, da temporalidade, da mundandeidade tal como vividas pelas crianças observadas em seu cotidiano, bem como uma maneira de pesquisar a linguagem das descrições mesmas. Pretende-se, por meio do exercício de uma etnografia cuidadosa do acontecimento, criar um registro artístico e poético, na forma dramatúrgica, fim do processo da pesquisa cujo objetivo é sensibilizar a comunidade adulta para o olhar antropológico voltado a cultura da infância. A dramaturgia é o desfecho da pesquisa fenomenológica e observacional, cuja significação se iluminará na busca por aquilo que Merleau-Ponty denominou linguagem falante. (AU) | |
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