| Texto completo | |
| Autor(es): |
Anita Liberalesso Neri
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Ruth Caldeira de Melo
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Flávia Silva Arbex Borim
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Daniela de Assumpção
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Gabriela Cabett Cipolli
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Mônica Sanches Yassuda
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Número total de Autores: 6
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas - Brasil
[2] Universidade de São Paulo. Escola de Artes - Brasil
[3] Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas - Brasil
[4] Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas - Brasil
[5] Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas - Brasil
[6] Universidade de São Paulo. Escola de Artes - Brasil
Número total de Afiliações: 6
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Rev. bras. geriatr. gerontol.; v. 25, n. 5 2022-06-06. |
| Resumo | |
Resumo Objetivo Investigar e comparar o perfil sociodemográfico, cognitivo e de fragilidade dos participantes do Estudo Fragilidade em Idosos Brasileiros em medidas de seguimento (SG) e linha de base (LB) realizadas em 2016-2017 e 2008-2009, respectivamente. Métodos Participaram da LB 1.284 idosos residentes em Campinas e Ermelino Matarazzo (SP), Brasil, que compuseram amostra única. No SG foram novamente entrevistados 549 participantes (42,5%); 192 tinham falecido (14,9%) e 543 foram perdidos (42,4%). Em ambos os momentos, foram avaliadas as variáveis sexo, idade, escolaridade, estado conjugal, renda familiar, arranjo de moradia, status cognitivo (Mini-Exame do Estado Mental) e fenótipo de fragilidade (três ou mais de cinco critérios). As diferenças intergrupos e intragrupos foram verificadas pelos testes qui-quadrado de Pearson e de McNemar, respectivamente. O nível de significância foi estabelecido em p<0,05. Resultados Entre os sobreviventes, os participantes eram mais jovens (72,2±5,3 anos) do que entre os falecidos (75,5±6,8 anos) e havia mais idosos casados, com nível educacional mais elevado, sem deficit cognitivo e pré-frágeis. Da LB para o SG, houve aumento estatisticamente significativo do número de idosos que moravam sozinhos (17,1% vs. 22,0%), não tinham companheiro(a) (46,4% vs. 55,4%), tinham renda familiar menor que três salários-mínimos (52,2% vs. 62,2%), apresentavam deficit cognitivo (17,7% vs. 23,5%) e eram frágeis (9,8% vs. 24,5%) Conclusão Da LB para o SG, ocorreu aumento da vulnerabilidade física, cognitiva e social dos idosos. Estes resultados reforçam a importância de políticas públicas que favoreçam a qualidade de vida dos idosos e a redução das iniquidades de saúde ao longo da vida. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 16/00084-8 - Estudo de seguimento das coortes de Campinas e de Ermelino Matarazzo do estudo FIBRA: preditores e desfechos da fragilidade em idosos no Brasil |
| Beneficiário: | Monica Sanches Yassuda |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Temático |