| Processo: | 13/21519-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal |
| Pesquisador responsável: | Luis Felipe de Toledo Ramos Pereira |
| Beneficiário: | Lucas Rodriguez Forti |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anura Bioacústica Evolução animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anura | Estratégia defensiva | Evolução | Grito de agonia | Seleção de grupo | Bioacústica |
Resumo Pressões seletivas exercidas por predadores podem promover o surgimento de traços comportamentais defensivos que podem favorecer um grupo de indivíduos. Esse processo tem sido chamado de seleção de grupo, pois a seleção natural é elevada a uma escala coletiva. Em anuros diversas estratégias de defesa surgiram através da corrida armamentista entre presas e predadores. Um desses mecanismos é o grito de agonia, uma vocalização de alta potência, que pode assustar ou surpreender o predador durante a predação. Esse comportamento, a princípio, parece ser uma defesa individual, porém é possível que também tenha capacidade de alertar vizinhos sobre a presença do predador. Nessa situação é esperado que o grito de agonia tenha propriedade de valor adaptativo para seleção de grupo, pois esse comportamento pode aumentar a sobrevida dos vizinhos que são alertados do risco de predação. Dessa forma, temos a hipótese de que indivíduos coespecíficos reajam ao grito de agonia de outro indivíduo. Ao reconhecer o grito é possível que haja alterações na postura por parte do receptor, como a interrupção na atividade de vocalização, ou fuga/deslocamento para um local de refúgio. Contudo, até o momento o efeito desse sinal sobre o comportamento de indivíduos vizinhos é desconhecido. O objetivo desse trabalho é testar essa hipótese e também avaliar se o efeito, caso existente, é limitado pela distância do emissor. No trabalho, Hypsiboas bischoffi e Hypsiboas faber (Anura: Hylidae) servirão como modelos de estudo e realizaremos experimentos de playback com 30 machos de cada espécie em três localidades da Mata Atlântica no estado de São Paulo. (AU) | |
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