| Processo: | 07/02407-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Vânia Luiza Deperon Bonato |
| Beneficiário: | Vânia Luiza Deperon Bonato |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Tuberculose Vacinas contra a tuberculose Vacinas de DNA Células dendríticas Linfócitos T Antígenos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células dendríticas | Macrófagos | proteínas de filtrado de cultura | terapia imune | Tuberculose experimental | Vacina de DNA | Imunologia |
Resumo
Na última década, nosso grupo descreveu uma série de trabalhos que mostraram o papel protetor da vacina DNA-HSP65 em modelos de tuberculose experimental murina (Lowrie et al., 1997; Bonato et al., 1998; Silva et al., 1999; Silva et al., 2004). Paralelamente ao efeito profilático, constatamos também que animais previamente infectados e tratados com esta vacina foram capazes de restringir significativamente o processo infeccioso experimental (Lowrie et al., 1999; Bonato et al., 2004). Atualmente, a situação da tuberculose no mundo é extremamente alarmante se considerarmos que um terço da população encontra-se infectada por Mycobacterium tuberculosis, que 5-10% destes indivíduos desenvolverão a forma ativa da doença em alguma fase de vida e que 2 milhões morrem por ano (WHO, 2005). Neste sentido, os resultados de nosso trabalho são animadores pelo fato de termos em mãos a possibilidade de trabalhar com o desenvolvimento de uma preparação vacinal que venha a ser usada também para tratar indivíduos doentes.Entretanto, também foi descrito recentemente que a eficácia protetora das vacinas de DNA não se apresentou promissora quando avaliada em modelos com primatas não humanos e em ensaios clínicos de fase I (Orme, 2003; 2005). Neste contexto, a otimização das vacinas de DNA é essencial para a continuidade de estudos que visem à utilização destas preparações, seja como medida profilática ou terapêutica. As células dendríticas são descritas como as mais eficientes células apresentadoras de antígenos profissionais. Promovem a ativação de respostas imunes mediadas por células T e B (Banchereau et al., 1998). Seu potencial como terapia imune contra câncer vem, nos últimos anos, sendo objeto de vários estudos (Barbuto et al., 2004; O'neill et al., 2004, Neves et al., 2005). Constituem um complexo sistema de células com relação à origem, diferenciação e função. As distintas populações e funções das células dendríticas que resultam na ativação de populações heterogêneas de linfócitos T configuram um dos temas imunológicos mais amplamente investigados atualmente (Banchereau et al., 1998).A vacina de DNA, uma ferramenta biológica que poderá ser de relevante função no tratamento da tuberculose, se otimizada eficientemente, aliada à utilização de células dendríticas, poderá resultar em estratégia mais eficaz de estimulação da resposta imune e ativação de linfócitos T. Deste modo, a proposta do presente projeto é tratar animais infectados com M. tuberculosis com células dendríticas diferenciadas, a partir de precursores de medula óssea de animais saudáveis ou de animais infectados, estimuladas in vitro com DNA e/ou antígenos micobacterianos. (AU)
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