| Processo: | 07/50809-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Elliot Watanabe Kitajima |
| Beneficiário: | Elliot Watanabe Kitajima |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Assunto(s): | Doenças de plantas Ácaros parasitos de plantas Brevipalpus Vírus da mancha anular do cafeeiro Mancha anular do cafeeiro Café Genoma viral |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acaros Brevipalpus | Cafeeiro | Coffee Rinspot Virus | Mancha Anular | Variabilidade Do Corsv |
Resumo
Apesar dos significativos avanços na produção e exportação de outras culturas, o cafeeiro ainda desponta na economia agrícola do Brasil. Dentre os fatores fitossanitários que comprometem a produtividade do cafeeiro, a mancha anular (MAC) é considerada de importância. Já existem várias informações sobre o agente causal, o vírus da mancha anular do cafeeiro (Coffee ringspot virus- CoRSV), tais como: ser o ácaro Brevipalpus phoenicis seu vetor; é transmissível a algumas plantas herbáceas, de ter partículas baciliformes e induzir viroplasma nuclear; foi purificado, havendo anti-soro específico; parte de seu genoma foi sequenciado e existem "primers" específicos para sua detecção molecular. Mas há vários outros pontos a esclarecer: (a) sua distribuição e incidência, especialmente em novas áreas cafeícolas; (b) variabilidade genômica do vírus; (c) susceptibilidade e resistência de diferentes genótipos de Coffea; (d) existência de outras hospedeiras naturais; (e) outras espécies de ácaros Brevipalpus, além de B., phoenicis, disseminando o vírus; (f) relação vírus/vetor; (g) alterações anatômicas e ultraestruturais nas áreas lesionadas do fruto e folha de cafeeiro; (h) ampliação os conhecimentos sobre o genoma do vírus e suas relações filogenéticas com outros vírus assemelhados. Estas informações contribuiriam para melhor avaliar a importância da MAC e na proposição de métodos de controle quer através de práticas culturais adequadas ou de resistência genética do cafeeiro ao patógeno ou ao vetor. Pretende-se esclarecer estas questões pendentes contado para isto com uma equipe experiente e infra-estrutura adequada, em uma abordagem multidisciplinar e multi-institucional. (AU)
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