| Processo: | 10/01317-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Carlos Ugrinowitsch |
| Beneficiário: | Flávio de Oliveira Pires |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ergogênicos | exercício tarefa aberta | exercício tarefa fechada | Fadiga central | fadiga periférica | Fisiologia e metabolismo do exercício; mecansimos de fadiga |
Resumo O modelo tradicional de fadiga periférica prediz que existe um limite neurofisiológico em todo exercício máximo, devido à anaerobiose muscular causada pela oferta inadequada de O2 ao músculo periférico, coincidente com o recrutamento de todas as unidades motoras dos músculos ativos. Recentemente, a existência de limite neurofisiológico foi questionada num modelo de regulação central do esforço que prevê a existência de reserva neurofisiológica em todo exercício máximo. Entretanto, esse modelo tem sido criticado devido à ausência de evidências convincentes acerca da reserva neurofisiológica. Essa lacuna deve-se à ausência de delineamentos que respondam questões cruciais dos dois modelos, tais quais: quais fatores, centrais ou periféricos, seriam responsáveis ou limitantes do exercício; e em quais condições de exercício, como na manipulação de ergogênicos ou do modo de exercício (tarefa aberta ou fechada), esses fatores se manifestam. O objetivo deste estudo é verificar se existe reserva neurofisiológica quando da manipulação de cafeína e placebo percebido como cafeína, em indicadores do estado metabólico e do nível de excitabilidade do músculo periférico e do SNC, em exercícios tipo tarefa aberta e fechada. Vinte ciclistas formarão: grupo de exercício tipo tarefa aberta e tarefa fechada. Medidas do estado metabólico e da excitabilidade do músculo periférico e do SNC serão realizadas antes e após o período de exercício, por meio de: 1) biópsia muscular: concentração de glicogênio e do HIF-1 alfa; 2) eletroestimulação e contração evocada e interpolada: onda M, derivadas da força de contração isométrica máxima e reflexo H. Medidas de performance como tempo de exaustão e potência de pico numa tarefa aberta, ou potência média e tempo de prova numa tarefa fechada, e medidas da atividade eletromiográfica (EMG) e perceptivas, serão obtidas durante o exercício. (AU) | |
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