| Processo: | 10/02025-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial |
| Pesquisador responsável: | Rodrigo Cardoso de Oliveira |
| Beneficiário: | Rodrigo Cardoso de Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Bauru |
| Assunto(s): | Reparo ósseo Cultura de células Metaloproteinases da matriz Fluoretos Osteoblastos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cultura celular | Fluoreto | metaloproteinases de matriz | osteoblastos | reparo ósseo |
Resumo
O flúor é um elemento presente no cotidiano de quase toda população brasileira, sendo usado na água de abastecimento (Brasil) e também como terapêutico para osteoporose (comumente na Europa). Em alguns casos, promove o estimulo a formação óssea, aumentando o volume e densidade de osso em alguns pacientes com osteoporose. Além disso, diversos estudos têm apontado o desequilíbrio no remodelamento ósseo (maior atividade osteoclástica) como fator de risco para fraturas osteoporóticas devido ao aumento de perda óssea e a deterioração da sua microarquitetura, onde este processo cíclico de constante remodelamento ósseo desequilibrado é refletido em diversos marcadores bioquímicos. Neste sentido, a análise desses marcadores bioquímicos frente a estímulos exógenos (consumo de fluoreto) pode auxiliar na compreensão de como esses elementos são capazes de influenciar no processo de mineralização. O monitoramento das alterações metabólicas (nível celular e molecular) também pode fornecer pistas sobre a resistência de certos indivíduos ao tratamento e sobre a eficácia terapêutica, norteando assim alvos mais específicos para o tratamento. Porém, restam ainda algumas dúvidas quanto à eficiência do flúor na redução de risco de fraturas. O mecanismo preciso pelo qual o flúor influencia a formação e mineralização óssea não está totalmente esclarecido, assim como em quais espécies e concentrações tem efeito patológico. Para investigar quais são os marcadores bioquímicos suscetíveis ao tratamento com o flúor, serão utilizados osteoblastos oriundos de C3H/HeJ e C57BL/6J, duas espécies de camundongos com maior e menor densidade óssea, respectivamente. Através de uma abordagem in vitro, será verificado qual papel do flúor no comportamento de osteoblastos (índice de morte celular e nível de diferenciação dos osteoblastos) e a modulação de elementos responsáveis pela degradação da matriz extracelular. (AU)
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