| Processo: | 10/04043-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia |
| Pesquisador responsável: | Sérgio Henrique Ferreira |
| Beneficiário: | Larissa Garcia Pinto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Nociceptividade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dor inflamatória | fibras C | fibras não-peptidérgicas | Nocicepcão | saporina-IB4 | Dor e inflamação |
Resumo Alterações plásticas nos neurônios sensitivos que transmitem a nocicepção a nível central e periférico são responsáveis pelas modificações nas sensações dolorosas observadas durante o processo inflamatório. De fato, durante a inflamação ou até mesmo, em algumas situações, após a sua resolução ocorre aumento da excitabilidade (sensibilização) de uma classe específica de neurônios nociceptivos primários, devido à ação direta e indireta de vários mediadores inflamatórios. Dentre as fibras nociceptivas, as fibras C são de extrema importância na transmissão da informação nociceptiva e parecem ser fundamentais na gênese da dor inflamatória, sendo classificadas através de critérios morfológicos em peptidérgicas e não-peptidérgicas. As fibras peptidérgicas são capazes de produzir e liberar neuropeptídeos, como a substância P (SP) e o peptídeo relacionado ao gene da calcitonina (CGRP) e expressam o receptor neurocinina 1 (NK-1R). A outra população de fibras, as não peptidérgicas, expressa o receptor purinérgico P2X3 e apresentam ligação para a isolectina B4. Uma possível diferença funcional entre essas duas classes de fibras C para a gênese da nocicepção aguda bem como para a dor inflamatória ainda não está definida. Deste modo, o presente projeto pretende elucidar o papel das fibras não-peptidérgicas na nocicepção aguda induzida por estímulos mecânicos, térmicos e químicos bem como na hiperalgesia inflamatória. Para tanto será utilizada uma ferramenta farmacológica de eliminação seletiva das fibras não-peptidérgicas, através do uso de uma toxina (saporina) acoplada a isolectina B4. A saporina é uma endoglicosidase que inativa cataliticamente uma subunidade do ribossomo e dessa forma inibe a síntese protéica causando morte neuronal. Através deste tipo de estratégia, junto com técnicas de biologia molecular para avaliar o efeito da toxina sobre a expressão de diferentes marcadores nos nociceptores, pretendemos contribuir para o entendimento do papel funcional das fibras C não-peptidérgicas na gênese e manutenção da nocicepção aguda e crônica. | |
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