| Processo: | 11/04081-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Helmintologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Vanderlei Rodrigues |
| Beneficiário: | Alice Maria de Magalhães Ornelas |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Lectina de ligação a manose Schistosoma |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Caracterização | Lectina | Schistosoma mansoni | Vip36 | Helmintologia de Parasitos |
Resumo Há décadas, estudos que avaliam a complexidade e imunogenicidade do tegumento do Schistosoma mansoni vem sendo realizados. Isto porque os antígenos de membrana e os associados à superfície presentes no tegumento do S. mansoni têm um grande potencial no desenvolvimento de vacinas por estarem expostos ao sistema imune do hospedeiro, como também são de grande importância nos estudos biológicos da interface parasito-hospedeiro. Dentre os antígenos descobertos, estão a Sm25, Sm16, Sm-TSP-1, Sm-TSP-2 e outras proteínas menos caracterizadas. Em 2000, a Sm60 foi identificada em nosso laboratório. Esta proteína com propriedade lectínica (ligadora de manose) foi descrita como uma molécula imunossupressora, diminuindo a linfoproliferação, e capaz de conferir um efeito protetor in vivo significante (67%), o que torna esta lectina um alvo em potencial para o desenvolvimento de uma vacina contra a esquistossomose. Entretanto, faz-se necessário primeiramente uma caracterização mais completa, tanto estrutural quanto funcional, desta proteína. E com este objetivo, neste trabalho nos propusemos a isolar a Sm60 do tegumento do S. mansoni,determinar sua sequência de aminoácidos, bem como identificar o gene codificador desta lectina. Posteriormente, avaliaremos os níveis de expressão gênica da Sm 60 nas fases evolutivas do S. mansoni, a expressaremos em sistema heterólogo, para obtenção desta proteína purificada em maiores quantidades e realizaremos estudos de imunolocalização nas fases evolutivas do parasita. Assim, seu papel na relação parasita-hospedeiro poderá ser avaliado. (AU) | |
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