| Processo: | 11/08302-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Eloisa Silva Dutra de Oliveira Bonfá |
| Beneficiário: | Fabiana Braga Benatti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Reumatologia Lúpus eritematoso sistêmico Resistência à insulina Sobrevida |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Exercício | Lúpus eritomatoso sistêmico | resistência a insulina | Reumatologia |
Resumo A sobrevida dos pacientes portadores de LES aumentou drasticamente nas últimas décadas. Em função disso, as doenças secundárias ao LES parecem deixar mais sequelas nos pacientes, levando ao desenvolvimento de morbidades relacionadas à doença. Pacientes portadores de LES apresentam risco 7 a 17 vezes maior de desenvolver aterosclerose e apresentarem eventos cardiovasculares do que sujeitos saudáveis, mesmo após correção por fatores de risco clássicos. A resistência à insulina (RI) vem sendo amplamente estudada como um importante e potencial fator de risco para doenças cardiovasculares. Estudos transversais relatam que o diabetes mellitus e a síndrome metabólica parecem ser mais prevalentes em pacientes portadores de LES do que em populações saudáveis de mesma idade e gênero. Além disso, estudos mostram que pacientes com LES apresentam resistência à insulina elevada em comparação a sujeitos saudáveis e, portanto, maior tendência a desenvolver a doença. É possível que o estilo de vida mais sedentário desses pacientes, bem como a medicação utilizada e a presença de outras alterações metabólicas como inflamação low-grade e dislipidemias estejam relacionados a essa maior prevalência de RI. Logo, considerando os importantes efeitos do exercício físico na sensibilidade à insulina, a introdução da atividade física na rotina destes pacientes poderia ser eficiente no tratamento do diabetes mellitus ou mesmo na sua prevenção. Acreditamos que um programa de treinamento físico aeróbio possa exercer efeitos benéficos na ação da insulina destes pacientes, consequentemente reduzindo seu risco cardiovascular. Desta forma, este estudo tem como objetivo verificar os efeitos de um programa de exercício físico aeróbio crônico sobre a sensibilidade à insulina em pacientes com LES. Serão estudadas mulheres com diagnóstico de LES (n = 30) provenientes do ambulatório de Reumatologia do HC-FMUSP. Um grupo de voluntárias saudáveis (CS; n = 15), pareadas por idade e índice de massa corporal também será incluído no protocolo, mas apenas serão avaliadas no período basal, a fim de comparar seus resultados com os valores basais das pacientes portadoras de LES. As voluntárias portadoras de LES serão aleatorizadas em dois grupos, pareadas pelo IMC: treinado (LT - grupo que será submetido ao treino aeróbio) e sedentário (LS). No período basal (PRE) e após 16 semanas de treinamento (POS), as voluntárias dos grupos LT e LS serão avaliadas quanto à sensibilidade à insulina, atividade da doença e da qualidade de vida, capacidade física, consumo alimentar, composição corporal, concentrações plasmáticas de leptina, adiponectina, resistina e visfatina e expressão protéica de membros da cascata de sinalização insulínica e translocação de GLUT-4 por meio de biópsia muscular. (AU) | |
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