| Processo: | 11/09341-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Antonio Augusto Barbosa Lopes |
| Beneficiário: | Antonio Augusto Barbosa Lopes |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Maria Thomaz ; Arlindo de Almeida Riso ; Filomena Regina Barbosa Gomes Galas ; Marcelo Biscegli Jatene ; Nair Yukie Maeda ; Rogério dos Anjos Miranda ; Rosangela de Paula Silva Soares ; Sergio Paulo Bydlowski ; Vera Demarchi Aiello |
| Assunto(s): | Cardiologia Cardiopatias congênitas Hipertensão pulmonar Citrato de sildenafila Citocinas Crianças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bosentana | Cardiopatias congênitas | cirurgia cardíaca pediátrica | citocinas | Hipertensão pulmonar | Sildenafila | Cardiologia Pediátrica |
Resumo
A hipertensão arterial pulmonar (HAP) é um complicador no tratamento de cardiopatias congênitas (CCgs) com defeitos septais dentro ou fora do coração. Em crianças com HAP moderada a acentuada, o risco de complicações pós-operatórias graves (incluindo falência ventricular direita e óbito) é de 15% a 20%, e o risco de HAP residual tardia pode chegar a 25%. Neste sentido, decidimos conduzir um estudo com os seguintes objetivos: 1- reduzir o risco de complicações pós-operatórias imediatas a menos de 10%; 2- reduzir a prevalência de HAP residual tardia a nível inferior a 10% em indivíduos com HAP moderada; 3- promover redução estatisticamente significante nas pressões e resistência vascular pulmonar, avaliadas seis meses após a operação, em crianças com HAP moderada a acentuada. Aventamos a hipótese de que o tratamento medicamentoso pré-operatório, continuado por seis meses após a cirurgia, com uso da sildenafila isoladamente ou em combinação com a bosentana, pode levar ao cumprimento dessas metas. Ambas as drogas estão aprovadas para o tratamento da HAP, com base em estudos randomizados. As respostas hemodinâmicas serão verificadas através de avaliações não invasivas e invasivas. Paralelamente, procuraremos verificar possíveis alterações em três genes que tem sido implicados na HAP em CCgs, além de 36 mediadores inflamatórios. A hipótese a ser testada é a possível existência de relações entre esses biomarcadores e a resposta à terapêutica combinada medicamentosa e cirúrgica. (AU)
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