| Processo: | 11/10658-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial |
| Pesquisador responsável: | Márcio Mateus Beloti |
| Beneficiário: | Márcio Mateus Beloti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Adalberto Luiz Rosa |
| Assunto(s): | Implantes dentários Materiais cerâmicos Porcelana dentária |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | expressão gênica | histomorfometria | in vivo | MicroCT | tecido ósseo | Implantodontia |
Resumo
O estabelecimento dos princípios biológicos da engenharia de tecidos tem contribuído para o desenvolvimento de membranas a serem aplicadas neste tipo de terapia que, em odontologia, tem sido empregada em situações clínicas diversas como tratamentos com implantes dentários, aumento de rebordo alveolar e reparo de defeitos ósseos de origem traumática e patológica. Nosso grupo de pesquisa realizou experimentos in vitro comparando a membrana obtida pela associação do polímero de poli(vinilideno-trifluoretileno) e da cerâmica de titanato de bário (P(VDF-TrFE)/BT) à membrana de politetrafluoretileno (PTFE). Os resultados mostraram que a maioria dos parâmetros avaliados, todos envolvidos em regeneração tecidual, exibe valores favoráveis à membrana de P(VDF-TrFE)/BT para as diferentes linhagens celulares estudadas (osteoblastos, fibroblastos e queratinócitos). Neste contexto, o objetivo do presente projeto é avaliar in vivo a resposta do tecido ósseo à membrana de P(VDF-TrFE)/BT e compará-la à membrana de PTFE (controle) . Para isso, serão criados defeitos ósseos (5 mm de diâmetro) em calvária de ratos Wistar machos (peso 200-250 g), distribuídos em três grupos com relação à utilização ou não de membranas nos defeitos ósseos: (1) membrana de P(VDF-TrFE)/BT; (2) membrana de PTFE; (3) nenhum tipo de membrana. Ao final de 4 e 8 semanas os animais serão sacrificados e serão realizados os seguintes ensaios: (1) análise tomográfica (micro-CT) dos defeitos previamente criados; (2) análises histológica e histomorfometria com base em cortes histológicos não-descalcificados; (3) PCR em tempo real para detecção de RNAm para os marcadores ósseos, runt-related transcription fator 2 (RUNX2), fosfatase alcalina (ALP), sialoproteína óssea (BSP), osteocalcina (OC), osteoprotegerina (OPG), receptor activator of nuclear factor-kappa B ligand (RANKL) e receptor activator of nuclear factor-kappa B ligand (RANK). Estes marcadores ósseos serão também detectados em amostras de tecido ósseo retiradas da calvária no momento da cirurgia para a colocação das membranas com o objetivo de comparar o osso neoformado sobre as membranas com o tecido ósseo previamente existente. O número de amostras para cada grupo em cada tempo experimental será 5 (n=5) com exceção do grupo que não receberá membrana (n=3). Os testes estatísticos para analisar os resultados numéricos serão selecionados de acordo com a distribuição das amostras. (AU)
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