| Processo: | 11/23819-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Isabel Kinney Ferreira de Miranda Santos |
| Beneficiário: | Luiz Gustavo Araujo Gardinassi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunoparasitologia Leishmaniose visceral Leishmania infantum Transcriptoma Imunoglobulina G Sangue periférico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | especificidade e avidez de IgG | gravidade clínica | Leishmaniose visceral | N glicosilação de IgG | reatividade | Transcriptoma | Imunoparasitologia |
Resumo A leishmaniose visceral (LV), uma doença endêmica no Brasil, é altamente fatal se não for tratada; no entanto, a maioria das infecções humanas com o agente etiológico Leishmania infantum chagasi, são assintomáticas. Diversos estudos têm contribuído para o entendimento da resposta induzida pela infecção durante a doença ativa em humanos, porém ainda existe uma grande lacuna sobre o conhecimento de mecanismos moleculares que contribuam para patogênese ou proteção ao desenvolvimento de sintomas após infecção. Diante destes fatos, investigamos os padrões de expressão gênica no sangue periférico; e caracterizamos propriedades de imunoglobulina G, afetadas em nível pós-traducional, de pacientes com LV, pacientes que receberam terapia, indivíduos assintomáticos e controles. Desta forma, demonstramos que os perfis transcricionais do sangue periférico de humanos, classificados de acordo com o desfecho clínico relacionado à infecção por L. infantum chagasi, apresentam diferenças significativas; estas diferenças refletem características distintas no enriquecimento de vias biológicas canônicas e módulos transcricionais do sangue. O perfil transcricional de pacientes com LV é associado a baixa atividade de vias relacionadas a migração celular e inflamação, que podem ser importantes para controle do parasita. Esse perfil muda com o tratamento que é capaz de reverter o nível de atividade destes processos, além de regular respostas associadas a linfócitos T e B. E de importância, nossos dados apontam para a existência de uma rede transcricional envolvida na sinalização por interferons do tipo I, e que pode ter papel importante para o desenvolvimento de respostas associadas a uma maior resistência ao desenvolvimento de sintomas clínicos. Além disso, pacientes com LV produzem IgG com perfis químico-estruturais e funcionais distintos daqueles de pacientes tratados, indivíduos assintomáticos e controles. Essas características influenciam as funções efetoras e reguladoras exercida por anticorpos do isotipo IgG, e as alterações observadas neste estudo têm potencial para influenciar a imunopatologia da LV, assim como criam novas perspectivas para o tratamento de pacientes com LV grave. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |