| Processo: | 11/50462-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Saldanha Aoki |
| Beneficiário: | Marcelo Saldanha Aoki |
| Instituição Sede: | Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Treinamento esportivo Esportes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cortisol | Creatina Quinase | Desempenho Fisico | Monitoramento | Percepcao Subjetiva Do Esforco | Treinamento Esportivo |
Resumo
A quantificação das cargas de treinamento é fundamental para prescrição de estímulos adequados, com períodos de recuperação apropriados, que maximizem o desempenho atlético. A limitação dos métodos de quantificação da carga de treinamento são: custos elevados, difícil implementação e baixa validade ecológica. Essas limitações são, principalmente, evidenciadas para os esportes intermitentes. As demandas variáveis das atividades intermitentes tornam o processo de treinamento mais complexo, tanto em termos de planejamento, quanto para o controle e monitoramento. Recentemente, diversos métodos de monitoramento têm surgido com intuito de auxiliar técnicos e preparadores físico. Por exemplo, Foster et aI. (1998) propuseram o método da PSE da sessão. Esse método vem sendo muito investigado, uma vez que o mesmo apresenta forte relação com indicadores internos de intensidade do exercício, como, por exemplo, o consumo de oxigênio, a frequência cardíaca e a concentração de lactato. A fim de testar a validade deste método em atividade intermitente, o primeiro estudo do presente projeto irá comparar o método da PSE da sessão com o método de Edwards. A resposta de dano muscular também parece ser um instrumento válido para determinar o impacto da sessão de treinamento/competição sobre o músculo esquelético. Logo, no segundo estudo será analisado o impacto de uma partida de tênis sobre marcadores de dano muscular (CK, mioglobina, força máxima pelo teste de 1 RM e potência muscular pelo teste de impulsão vertical) no período de recuperação. E, finalmente, na última fase do estudo, será avaliado o efeito da pré-temporada de 6 semanas, com o intuito de descrever a dinâmica das respostas associadas à carga interna de treinamento e ao desempenho no esporte intermitente. (AU)
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