| Processo: | 11/50651-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Severino Matias de Alencar |
| Beneficiário: | Severino Matias de Alencar |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Assunto(s): | Compostos fenólicos Antioxidantes Própolis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analises Cromatograficas | Atividade Antioxidante | Compostos Fenolicos | Propolis |
Resumo
O Brasil é um grande produtor e exportador mundial de própolis de Apis mellifera. A própolis é uma substância resinosa coletada pelas abelhas de diversas partes das plantas como brotos, botões florais e exudados resinosos e que apresenta na sua composição química, diferentes compostos como aldeídos fenólicos, ácidos orgânicos e componentes fenólicos (flavonóides e derivados dos ácidos cinâmico e benzóico). A própolis vem se destacando no campo de pesquisa principalmente pelas suas várias atividades biológicas apresentadas, tais como atividade antimicrobiana, antiinflamatória, anticariogênica, anticâncer e principalmente antioxidante. Todavia, os trabalhos de investigação sobre as propriedades biológicas das própolis brasileiras sempre foram voltados para as própolis do sudeste, sendo pouco o entendimento da composição química e potencial antioxidante das própolis de outras regiões do Brasil, como a própolis orgânica, por exemplo. A própolis orgânica produzida em áreas de preservação no sul do Paraná e norte de Santa Catarina não foi ainda estudada quanto a sua composição química e atividade antioxidante, porém tem despertado um interesse pelo cada vez mais exigente mercado europeu, principalmente por evidências de sua atividade antioxidante, sabor suave e ausência de metais pesados e resíduos de agrotóxicos. Desta forma, surge a necessidade de um estudo detalhado sobre a sua composição química e potencial antioxidante. Portanto, o objetivo deste trabalho será avaliar a composição química por técnicas cromatográficas e de espectrometria de massas e a atividade antioxidante por várias metodologias in vitro deste novo tipo de própolis brasileira. A identificação de novos compostos naturais de reconhecida atividade antioxidante poderá propiciar o conhecimento de novos princípios ativos para uso na indústria alimentícia e farmacêutica, geração de patentes brasileiras com própolis, bem como o aumento do valor comercial deste produto. (AU)
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