| Processo: | 12/02260-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Flávia de Lima Osório |
| Beneficiário: | Flávia de Lima Osório |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Jaime Eduardo Cecilio Hallak ; José Alexandre de Souza Crippa ; Marcelo Feijó de Mello ; Rafael Faria Sanches ; Sonia Regina Loureiro |
| Assunto(s): | Estudos de validação Trauma emocional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | comorbidades psiquiátricas | Escalas | Reconhecimento de faces | traumas emocionais precoces | validação | traumas emocionais/ reconhecimento de faces/ validação de instrumentos |
Resumo
As experiências traumáticas precoces, envolvendo o abuso físico e sexual, a negligência, o abuso emocional, a separação parental, as perdas e a exposição a desastres ambientais, tem sido considerado fatores de risco para o desenvolvimento de traços pouco adaptativos da personalidade e para a presença de transtornos psiquiátricos. Contudo, verifica-se uma carência de estudos que referendem uma avaliação confiável da presença de história de traumas e abusos na infância e adolescência e suas associações a transtornos psiquiátricos e ao reconhecimento de expressões faciais ,o que pode ser relevante para a identificação do modo como o processamento anormal das emoções se associa a sintomas afetivos e sociais, favorecendo o planejamento de procedimentos de diagnóstico e intervenção.O estudo proposto se insere nessa lacuna, tendo por objetivo: a) identificar as possíveis associações entre traumas precoces, sintomas psiquiátricos, características de personalidade e reconhecimento de expressões faciais; b) estimar a prevalência de ocorrência destes traumas em amostra da população geral em comparação a amostra clínica de portadores de transtornos psiquiátricos; c) comparar o reconhecimento de expressões faciais em participantes com vivências de traumas precoces ao de participantes que não relataram tal exposição; d) validar para o contexto brasileiro um instrumento de auto-avaliação de traumas precoces, de uso fácil e rápido e e) avaliar comparativamente diferentes tarefas de reconhecimento de expressões faciais, na tentativa de disponibilizar um procedimento padronizado às características sócio-culturais e étnicas de nossa população, considerando também a faixa etária, a escolaridade e o sexo. Utilizar-se-á como amostra indivíduos da população geral, e grupos clínicos previamente diagnosticados com transtornos psiquiátricos. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |