| Processo: | 12/11963-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Suely Vilela |
| Beneficiário: | Danilo Luccas Menaldo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/23236-4 - Toxinas animais nativas e recombinantes: análise funcional, estrutural e molecular, AP.TEM |
| Assunto(s): | Toxicologia Sistema do complemento Inflamação Fosfolipases A2 Metaloproteases |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bothrops atrox | Fosfolipases A2 | Inflamação | Metaloproteases | sistema complemento | Toxinologia |
Resumo As peçonhas de serpentes são misturas complexas de componentes inorgânicos e orgânicos, sendo compostas principalmente por proteínas e peptídeos. Dentre seus componentes tóxicos estão as metaloproteases, enzimas responsáveis por diversos efeitos locais e sistêmicos, como hemorragia, mionecrose, lesões de pele, inflamação e ativação do sistema complemento. Outro componente tóxico são as fosfolipases A2 (PLA2s), que atuam hidroliticamente sobre fosfolipídios de membrana e podem apresentar efeitos miotóxicos, cardiotóxicos, neurotóxicos, hemolíticos e inflamatórios. O presente projeto tem como objetivo a avaliação dos efeitos isolados e sinérgicos de duas enzimas previamente isoladas e parcialmente caracterizadas da peçonha de Bothrops atrox (uma metaloprotease da classe P-I, denominada Batroxase, e uma fosfolipase A2 ácida, denominada BaPLA2-IV) sobre o sistema complemento e o processo inflamatório. Os resultados obtidos neste trabalho trarão avanços científicos para a compreensão dos efeitos ainda pouco estudados destas classes de enzimas sobre processos inflamatórios induzidos após envenenamentos botrópicos. De acordo com estes dados, poderemos sugerir possíveis ações destas toxinas em relação a mudanças epigenéticas que culminem em alterações no perfil proteico das células estudadas, possibilitando uma possível renovação da bolsa de estudo para a determinação de como estas mudanças estariam relacionadas à resposta imunológica induzida após o acidente ofídico. | |
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