| Processo: | 12/19475-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Nutrição - Bioquímica da Nutrição |
| Pesquisador responsável: | Paula Garcia Chiarello |
| Beneficiário: | Larissa Rodrigues Neto Angéloco Lourenço |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/03891-1 - Nutrição, inflamação e resistência a insulina na doença renal crônica terminal, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Falência renal crônica Acidose Estresse oxidativo Estado nutricional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acidose | doença renal crônica | estado nutricional | Estresse oxidativo | ingestão proteica | Nutrição Clínica |
Resumo A Doença Renal Crônica (DRC) é um problema de saúde mundial e a manutenção da nutrição é um importante aspecto na preparação do paciente para iniciar a diálise. A acidose metabólica é uma complicação comum em indivíduos renais crônicos nos estágios 3-5 e constitui um fator capaz de produzir repercussões negativas no estado proteico-energético desses pacientes. A dieta pode ser uma importante variável para esse desequilíbrio ácido-básico. Tem-se questionado se uma elevada ingestão de alimentos proteicos poderia proporcionar maior produção de carga ácida e assim contribuir para a redução dos níveis de bicarbonato sérico, entretanto, ainda são poucas as informações da influência dos componentes da dieta sobre a acidose metabólica. Portanto, verifica-se a importância de investigar a qualidade e quantidade da ingestão proteica, já que esta pode contribuir para o desenvolvimento da acidose, a qual pode causar aumento do estresse oxidativo e inflamação, resultando em alterações no gasto energético de repouso e consequentemente levaria ao prejuízo nutricional destes pacientes. O objetivo do projeto de pesquisa será determinar a ingestão proteica, em aspectos quantitativos e qualitativos, e a carga ácida da dieta que contribuam para manter melhores níveis de bicarbonato sérico, e caracterizar estresse oxidativo proteico, inflamação e gasto energético em pacientes não dialíticos. Serão avaliados pacientes não dialíticos nos estágios 3 e 4 da DRC, com idade acima de 18 anos, encaminhados para os Ambulatórios do Serviço de Nefrologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP e que não estejam em acompanhamento nutricional individualizado. Serão coletadas informações de estado nutricional (antropométricos, bioquímicos e de consumo alimentar), equivalente proteico de aparecimento do nitrogênio, carga ácida da dieta, oxidação proteica, inflamação e gasto energético. O estudo pretende fornecer informações que possam ser úteis na elaboração de propostas para melhorar a assistência nutricional ao paciente portador de DRC, visando manter sua estabilidade metabólica. (AU) | |
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