| Processo: | 12/21915-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Bahia Labruna |
| Beneficiário: | Felipe da Silva Krawczak |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/10060-6 - Caracterização molecular e filogeografia multigênica de isolados de Rickettsia bellii nas Américas., BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Rio Grande do Sul Doenças parasitárias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Área Endêmica e Áreas Não Endêmicas | Bioma de Pampa | Bioma Mata Atlântica | Epidemiologia Febre Maculosas | Rio Grande do Sul | riquétsias | Doenças Parasitárias |
Resumo Em 2005 o estado do Rio Grande do Sul (RS) notificou o primeiro caso suspeito de Febre Maculosa Brasileira (FMB) ao Ministério da Saúde. No período de 2005 a 2009, foram sete casos confirmados, todos referentes ao município de Cerro largo, área endêmica para a enfermidade riquetsial (Dados do Ministério da Saúde). O RS apresenta relatos de várias espécies de carrapatos do gênero Amblyomma, vetores de riquétsias do Grupo da Febre Maculosa (GFM) para humanos e animais em outros estados. No período de 2006 a 2007, vinte exemplares de carrapatos que se encontravam fixados ou caminhando sobre a pele de humanos da cidade de Cerro Largo, foram encaminhados ao Laboratório Central do RS (LACEN), para identificação taxonômica, sendo todos identificados como Amblyomma ovale. Nos últimos dois anos, estudos demonstraram que exemplares de A.ovale, coletados em uma área de Mata Atlântica no estado de São Paulo e Santa Catarina, estavam infectados com R. parkeri cepa Mata Atlântica, sendo esta bactéria responsável por uma nova riquétsiose do Grupo da Febre Maculosa no Brasil. No RS são encontrados dois biomas, Mata Atlântica e Pampa, este ultimo não ocorrendo em outra unidade federativa do país. Até o momento, apenas dois estudos sorológicos foram desenvolvidos no estado, especificamente no município de Cerro Largo, cidade endêmica para a enfermidade, e na região de Pelotas, indicando que equinos, cães e humanos entraram em contato com rickettsias do grupo da febre maculosa. Desta forma, o presente estudo terá como objetivo pesquisar a infecção de rickettsias do grupo da febre maculosa em cães, equinos, pequenos mamíferos e carrapatos em área endêmica (Cerro Largo) e áreas não endêmicas nos biomas de Pampa e Mata Atlântica no RS. Esta será a primeira investigação comparativa sobre FMB entre os biomas de Pampa e Mata Atlântica e também a primeira investigação molecular e tentativa de isolamento de riquétsias do GFM em cultivo celular de amostras coletadas no RS. | |
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